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Aprendendo a ser resiliente, empático e líder: benefícios comprovados do programa Search Inside Yourself

Participar de um programa de Inteligência Emocional de apenas dois dias pode melhorar sua capacidade ser resiliente, saber gerenciar o stress, desenvolver empatia e outras habilidades

Você acredita nisso?

Pode parecer bom demais para ser verdade, mas vamos aos fatos:

O Instituto de liderança Search Inside Yourself pesquisou mais de 1.500 participantes, antes e depois do programa, em 20 países. 

Os resultados fornecem evidências de que o programa Search Inside Yourself leva a melhorias significativas nas capacidades de ser resiliente, ter mais atenção plena, de desenvolver as habilidades da inteligência emocional.

Continue a leitura e veja quais são os principais benefícios comprovados desse programa. 

#1 Se resiliente em todos os momentos

Garanto que você já sentiu a necessidade de recuperar a calma após uma situação desafiadora, certo?

Essa é uma tarefa difícil, mas o Search Inside Yourself ensina técnicas e práticas para ser resiliente, por meio da resiliência emocional, resiliência cognitiva e calma interior.

Após o programa, 60% dos participantes passaram a sentir que podem “dar um passo para trás” e voltar ao estado natural após uma situação emocionalmente forte.

#2 Aprendendo a promover a empatia

Todos concordam que o mundo seria melhor se houvesse mais empatia. Não por menos, essa habilidade nos ensina a entrar em sintonia com o que os outros estão sentindo. Pode ajudar a melhorar nossas interações sociais em vários níveis, mas não significa que seja fácil exercê-la. 

O programa SIY explica como a neurociência está por trás da empatia e como desenvolver hábitos para aumentá-la nas interações diárias.

Resultado? 64% dos entrevistados apresentaram melhor facilidade para se colocar no lugar das outras pessoas no momento de dar um feedback.

#3 Melhorando a capacidade de presença

Ser resiliente e ter empatia são apenas algumas das habilidades aprendidas no programa SIY.  A Atenção Plena vem na sequência como uma das áreas em que mais se notou melhoria aos participantes do programa Search Inside Yourself.

Antes do programa, cerca de 39% dos participantes diziam ter a “capacidade de perceber que a atenção foi desviada e devolvê-la ao momento presente”. Após o SIY, esse percentual subiu para 65%.

#4 Redução significativa do stress

Por meio de práticas principalmente em torno da atenção plena, autoconsciência e autogestão, o programa ajuda as pessoas a aumentarem o bem-estar. 

Como? Ensinando técnicas de relaxamento que podem ser feitas em qualquer hora do dia. Dessa forma, 66% dos participantes passaram a aplicar tais técnicas que ajudaram a manter a calma mesmo no meio de uma situação estressante.

#5 Transbordando a compaixão

Empatia em ação! Ter compaixão é saber concretizar a empatia em atitudes, em outras palavras, ela nos ajuda a construir um mundo mais gentil. 

Você também sente falta disso com seus colegas de trabalho ou até mesmo com os amigos? 

O SIY ensina formas de melhorar o olhara para si mesmo e, assim, desenvolver mais compaixão pelos outros. Essa habilidade tão singular revelou que 74% dos participantes passaram a se sentir mais confortáveis para oferecer ajuda quando vêem que alguém do trabalho está passando por dificuldades.

#6 Exercendo a liderança

Todos somos líderes. Seja formalmente dentro de uma organização, liderando esforços na sociedade, administrando as atividades da família ou conduzindo nossas vidas pessoais, todas as pessoas lideram de alguma maneira. 

Pode ser que você tenha fugido de uma conversa difícil por simplesmente não saber como atuar. Se isso atrapalha seu papel de liderança, saiba que o Search Inside Yourself ensina como melhor colaborar e trabalhar com outras pessoas, gerenciar conflitos e ter conversas difíceis.

Notadamente, 78% dos participantes relataram ter uma melhor visão para encontrar soluções em meio a problemas complexos. 

Se você quer viver e trabalhar com esses benefícios, participe do programa SIY em Curitiba. Não é da região? Deixe sua cidade e vamos te contatar.

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O que é Mindfulness?

Mindfulness, em poucas palavras, significa a capacidade de gerenciar nossa atenção de forma a focá-la no momento presente. Pareceu complexo? Vamos ver um exemplo para entender melhor o que é Mindfulness.

Durante uma conversa pelo telefone ou em uma reunião, você se dá conta que a pessoa à sua frente está um pouco distraída: o famoso de corpo presente. E, na verdade, ela está pensando na lista do supermercado, na reunião da escola, ou na viagem de férias que está chegando em breve… 

Já aconteceu com você?

De fato, nossa mente é cheia de distrações. Mas em algumas situações, acaba sendo bastante desagradável. Além disso, a falta de atenção em momentos importantes pode gerar problemas como falta de produtividade.

E o que isso tem a ver com Mindfulness? 

Se formos traduzir o que é Mindfulness, o mais próximo seria “Atenção Plena”. Ou seja, a capacidade de gerenciar nossa atenção colocando foco no que realmente é importante. No caso citado acima, uma reunião ou um telefonema. 

Trata-se da habilidade de direcionar o foco ao momento presente, com uma atitude de abertura e curiosidade, mesmo que o assunto não pareça tão importante ou interessante.

Um movimento bastante recente impulsionado por pessoas ou organizações em torno desse conceito se deve ao fato de que pesquisas concluíram em provas científicas dos efeitos positivos dessa habilidade mental, tais como:

  • Prevenção de depressão;
  • Modificação dos padrões cerebrais responsável pela ansiedade e pelo estresse;
  • Gestão do tempo;
  • Melhoria nas relações interpessoais;
  • Muitos outros… 

Quer saber mais sobre os benefícios dessa capacidade? Entenda os benefícios do mindfulness em nosso próximo artigo. 

http://pstreinamentoempresarial.com.br/5-beneficios-da-atencao-plena-na-sua-vida-profissional/

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ATD (Association for Talent Development) 2015 – PS Treinamento Report

Por Daniel Spinelli

Diretamente da maior conferência mundial de desenvolvimento talentos (ATD), com mais de 10.000 participantes de diversos países, nosso consultor e diretor Daniel Spinelli traz suas percepções e aprendizados:

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O Presente

Três pessoas receberam um presente mágico de uma fada bondosa.

Com duração de apenas uma hora, o presente lhes permite experimentar magia e maravilhas. Este tempo limitado está repleto de encantos visuais, dos mais deliciosos alimentos, de pessoas incríveis com talentos inacreditáveis e de amor.

A primeira pessoa é um grande homem e, mesmo agradecendo pelo presente, tem muitas coisas para fazer. Por isso, infelizmente, gasta muito tempo respondendo e-mails e verificando atualizações nas mídias sociais.

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Comunicação eficaz para líderes

Fato…

Uma das características mais notáveis em grandes líderes é o poder da comunicação. Eles falam sobre seus objetivos envolvendo as emoções e aspirações dos ouvintes, pois sabem que só serão compreendidos, e até mesmo seguidos, se a mensagem for capaz de criar raízes profundas com o público.

Análise…

Paradoxalmente, grande parte dos problemas de uma organização ocorre devido a falhas na comunicação,

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Aprendizados da Corrida – Parte I

Por: Marcio Simioni 

(Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)

Há cerca de um ano decidi começar a praticar a corrida de rua, modalidade até então nova para mim.

Para praticar qualquer esporte, algumas características pessoais se fazem necessárias: esforço, determinação, perseverança, etc. E na corrida meus sentimentos e pensamentos sobre e durante o exercício tem me propiciado muitos insights sobre algumas delas. Todas estas percepções possibilitam traçar paralelos com a prática da vida profissional, e, também, com o desenvolvimento pessoal.

Conversando com outros consultores da PS sobre o assunto, achamos interessante compartilhar alguns destes insights com você leitor, desejando que pelo menos um deles inspire mudanças positivas no seu dia-a-dia.

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Aprendizados da Coreia do Sul – Assertividade com Cortesia

Por: Daniel Spinelli 

(Consultor de Desenvolvimento Humano da PS Treinamento Empresarial)

Dando continuidade ao ultimo post, falarei agora do segundo grande aprendizado que tive na viagem que fiz à Coreia do Sul em maio. As reflexões geradas pelos ensinamentos do Rei Sejong foram ótimas, mas eu queria trazer algo sobre o estilo coreano de ser, especialmente por estar muito impressionado com o desenvolvimento do País e pela educação do seu povo.

E no fim, foi dentro de uma reunião de trabalho que percebi algo de muito interessante no jeito coreano de negociar, pelo menos da maioria dos coreanos com quem tive contato. Percebi que conseguem, com maestria, usar ao mesmo tempo duas qualidades raras de se ver sendo utilizadas conjuntamente: A cortesia e a assertividade.   

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Autorresponsabilidade – um grande salto para o empoderamento pessoal

Por Daniel Spinelli – Diretor e Consultor da PS Treinamento Empresarial

Há décadas, o comportamento humano vem sendo estudado, entre outros aspectos, com o objetivo de identificar a relação existente entre o modo como pensamos e agimos e os consequentes resultados que obtemos na vida. Diversos autores vêm  apresentando suas abordagens para esse tema, o qual certamente merece uma atenção cuidadosa justamente por proporcionar interessantes pistas em relação ao controle que temos sobre nossas conquistas e insucessos. Isso lhe interessa?
Pois é, para mim interessou bastante. Um bom exemplo para abrirmos o tema é o daquela pessoa que sempre joga na loteria e deposita nessa probabilidade – que, diga-se de passagem, é um tanto quanto baixa – suas principais chances de realização de sonhos. Conhece alguém assim? Infelizmente há um enorme número de pessoas que têm a loteria como seu plano A, e muitas vezes o único plano, de projeto financeiro.Esse exemplo nos leva ao que considero o cerne da questão: se acreditamos que os resultados que obtemos são determinados por fatores externos (como sorte ou destino) ou se são determinados por fatores internos (como nossas próprias habilidades).

Introdução ao Conceito de Lócus de Controle

Julian B. Rotter, falecido em 2014, ainda é um dos autores mais influentes desse tema, tendo nos deixado uma série de estudos iniciados ainda na década de 50. Rotter propôs um interessante conceito que facilita esse entendimento, batizado por ele de “Expectativas Generalizadas do Controle Interno e Externo sobre o Reforço”, mais conhecida como Lócus de Controle. Tal conceito, cujo significado é Local de Controle, pode ser resumido por meio das possibilidades de “onde” acreditamos estar o controle sobre nossos resultados:

  • Lócus de Controle Interno: Quando acreditamos que os resultados e recompensas que obtemos, sejam eles satisfatórios ou não, são a consequência de nossos próprios comportamentos, atributos e decisões.
  • Lócus de Controle Externo: Quando acreditamos que os resultados e recompensas que obtemos são a consequência da ocorrência de fatores fora do nosso controle e que nada ou pouco poderíamos ter feito para que fosse diferente.

Empoderamento

Obviamente, utilizamos diferentes Lócus de Controle conforme a característica da situação com a qual nos deparamos. Mas, o mais importante desse conceito é que quanto mais no Lócus Interno nos posicionamos, maior responsabilidade assumimos sobre nossos resultados. Se nos sentimos mais responsáveis sobre um tema, automaticamente temos mais controle sobre isso e, se temos mais controle, temos mais poder. Nesse ponto você já deve ter concluído que o Lócus Interno é a mais sã das opções. No entanto, pesquisas aplicadas mostram que a grande maioria das pessoas atua predominantemente no Lócus Externo, tolhendo significativamente seu controle sobre os próprios resultados.

Em 1959, Melvin Seeman, nos seus estudos sobre os significados da alienação, relacionou pela primeira vez os temas empoderamento e Lócus de Controle.

Outro dado importante em favor da relação entre empoderamento e o uso do Lócus de Controle Interno vem do autor Wayne Stewart Jr. (1996) que lista o Lócus de Controle como uma das quatro características mais importantes em empreendedores de sucesso, definindo o Lócus Interno como uma “forte crença de que ele/ela controla o seu próprio destino”.

Autopercepção

Para sermos mais pragmáticos e com o objetivo de ajudá-lo(a) a identificar oportunidades de aplicação desse conceito na sua vida, convidamos você a fazer uma reflexão calma e sincera para perceber em qual Lócus de Controle você tem atuado mais no seu dia a dia:

  • Quanto você pode estar atribuindo ao seu cônjuge a responsabilidade por problemas no relacionamento?
  • Quanto você pode estar colocando a responsabilidade por suas finanças em questões macroeconômicas, nos altos preços dos bens de consumo ou em pessoas da sua família que têm maus hábitos financeiros?
  • Quanto da responsabilidade por problemas de relacionamento com chefe, colegas ou subordinados você pode estar atribuindo aos traços de personalidade dos outros?
  • E quanto às questões de falhas de desempenho relacionadas a processo, qualidade, prazo ou satisfação do cliente, você sabe apontar onde está o problema? Consegue enxergar o quanto você pode fazer para solucioná-lo?
  • Considerando que uma das maiores contribuições que o conceito de Lócus de Controle já deu foi para a área da saúde, pergunte-se (para checar suas crenças) o que tem causado a você doenças como problemas gástricos ou respiratórios, excesso de peso, pressão alta, dores de cabeça ou gripes frequentes?

O ponto-chave é: enquanto o problema estiver fora de você, a solução também estará. E se seu resultado não depende de você, a quem você está atribuindo o poder de controlar os resultados da sua vida?

Ponto de Partida

Ao ter contato com esse conceito pela primeira vez, eu achava que atuava com o Lócus de Controle Interno para a maioria das coisas na minha vida. Creio que não fui profundo ou sincero o suficiente quando me analisei com perguntas como as que coloquei acima. À medida que fui me observando, graças a ter entendido esse conceito, pude perceber que na verdade meu Lócus predominante era o Externo e que eu precisava rever algumas crenças e comportamentos se quisesse aumentar meu poder de realização e ficar menos à deriva lamentando problemas.

Vale a pena perceber o porquê da maioria das pessoas ter uma forte tendência de ficar mais no modus operandi do Lócus de Controle Externo. Há um benefício psicológico quando não temos responsabilidade sobre os resultados. Diminuímos – muitas vezes anulamos – nossas chances de sucesso, mas, em contrapartida, nos protegemos das frustrações ou dos gastos energéticos das mudanças que seriam necessárias para obtermos resultados diferentes.

Ou seja, o Lócus Externo é uma forma inconsciente que aprendemos desde a nossa infância, por meio de experiências que ao longo da vida nos levaram a acreditar que, se o problema não é meu, as coisas ficam mais leves para mim. Uma ótima receita para ficarmos “quentinhos” na nossa zona de conforto.

O problema é que nosso inconsciente começa a funcionar sem pedir nossa “aprovação” a respeito de qual Lócus utilizar em cada caso. Isso, portanto, vale para as duas possibilidades: quanto mais utilizamos um Lócus de Controle (Externo ou Interno), mais solidificamos nossa estrutura de crenças e consequentes comportamentos que implicam diretamente nas expectativas que temos sobre os resultados dos nossos atos.

Você acha que isso está relacionado com motivação? Feather (1959), por meio dos seus estudos, concluiu que sim quando afirmou que “a motivação é reduzida em tarefas baseadas em sorte quando comparadas a tarefas baseadas em habilidade”. Outro pesquisador do tema, Albert Shapero (1975), baseado em pesquisas realizadas com empresários e estudantes de administração texanos e empresários italianos, identificou que a diferença marcante encontrada em empreendedores de sucesso é seu alto índice de Lócus de Controle Interno.

Aprendizagem

Wyckoff e Sidowsky (1955) concluíram em seus estudos que o comportamento das pessoas muda significativamente quando elas percebem que uma determinada situação não é apenas uma questão de sorte.

Diferenças consistentes são encontradas nas pessoas à medida que elas tendem a atribuir maior controle pessoal aos seus próprios resultados. Pesquisas mostram outra diferença que surgiu entre pessoas orientadas pelo Lócus Externo e Interno: a facilidade de identificar se estão em uma circunstância cujos resultados dependem da sorte ou do acaso. Quando usam o Lócus Interno, as pessoas identificam rapidamente qual o nível de controle que têm sobre o desfecho de uma situação. Com isso, gastam menos energia com a mesma, pois buscam rapidamente desenvolver uma estratégia para potencializar seus resultados; enquanto que no Lócus Externo as pessoas tendem a ficar muito mais tempo fazendo tentativas em algo que está absolutamente fora do seu controle.

Isso nos leva a deduzir também que as pessoas de Lócus Interno tendem a aprender mais rápido, uma vez que trabalham com foco no resultado, desenvolvendo constantes estratégias para conseguir o desfecho desejado.

Mudança

Com base na minha própria experiência, conhecer esse conceito e jogar essa luz na sua forma de funcionar deve gerar autodescobertas bastante interessantes. Esse exercício poderá ajudá-lo(a) a entender aspectos fundamentais que podem estar influenciando em questões do dia a dia que o(a) preocupam ou roubam sua energia.

Trenqual (1981) trouxe uma comparação entre as condutas de realização exitosa (Lócus Interno) e não exitosa (Lócus Externo), citadas no quadro abaixo. É interessante lembrar que a conduta diz respeito ao modo de agir do indivíduo, independentemente do resultado alcançado por ele.

Quadro sobre Lócus de Controle e efeitos na conduta, adaptado de Morales (2004, p.46).

 

Começando a Aplicar

Para finalizar, cito uma sugestão prática para começar a aplicar esse conceito: Na sua próxima reunião de trabalho, quando você perceber que um tema chega num impasse e que se começa a responsabilizar fatores externos, pessoas não presentes ou outras áreas da empresa, lance questões como: “Mas o que nós podemos fazer? Quais as ações e decisões estão na nossa mão para solucionarmos esse assunto?”. Com essas perguntas você estará migrando para o Lócus de Controle Interno e convidando o grupo a fazer o mesmo.

Espero, com esse texto, ter contribuído para seu desenvolvimento pessoal. Tenho boas evidências para afirmar que o nosso processo de empoderamento se reforça toda vez que buscamos aplicar o Lócus de Controle Interno em nossas vidas.

 

REFERÊNCIAS

Aproveite os materiais de referência para aprofundar seus estudos:

KIGGUNDO, N. Managing Globalization in Developing Countries and Transition Economies. Greenwood Publishing Group, 2002.

MORALES, A. Relação entre Competências e Tipos Psicológicos Junguianos nos Empreendedores. Florianópolis, 2004. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC.

ROTTER, J. (1954, 1955, 1960, 1961 e 1965).

ROTTER, J. Generalized Expectancies for Internal Versus External Control of Reinforcement. Monografia de 1966.

SEEMAN, M. On the meaning of alienation. American Sociological Review, 1959.

SHAPERO, A. The Displaced, Uncomfortable Entrepreneur. Psychology Today, November 1975.

STEWART JR, W . Psicological Correlates of Entrepreneurship. Garland, 1996.

WYCKOFF, B. ; SIDOWSKY, G. Probability discrimination in a motor task. Journal of Experimental Psychology, 1955.