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Como expandir a empatia na minha organização?

Acredito que você já deve ter ouvido e até pensado que o mundo precisa de mais empatia. Dentro das organizações, essa habilidade é cada vez mais requisitada, mas nem sempre encontrada.

Um estudo realizado pela Gallup revela que 80% dos funcionários não considera suas empresas empáticas e 60% aceitaria receber um salário inferior se o empregador demonstrasse empatia.

Você já pensou que esse pode ser o caso da sua empresa?

Precisamos reconhecer a empatia como uma força de mudança. As organizações, ao desenvolverem a empatia em seus colaboradores, promovem um melhor alinhamento entre equipes, já que se sentem compreendidos, impactando na produtividade e nos resultados.

A especialista e pesquisadora, Tania Singuer, afirma que a empatia significa a capacidade de compartilhar os sentimentos dos outros, sejam positivos ou negativos.  Por exemplo, sentir-se feliz ao ver alguém feliz ou até mesmo  compartilhar a experiência de sofrimento quando sentimos empatia por alguém que sofre. 

A empatia pode fazer as relações entre as áreas mais leve e colaborativa, justamente por saberem colocar-se um no lugar do outro. Quer ajudar a construir pontes dentro da sua empresa? Fique ligado nas dicas abaixo.

Vamos começar entendendo o que não é empatia

  • Não é distrair puxando outro assunto.
  • Não é psicologizar. Ou seja, ficar tentando interpretar com termos, buscando origens ou causas.
  • Não é necessariamente concordar.

Já aconteceu com você?

Você já conheceu, no ambiente de trabalho, uma pessoa “do contra”? Que adora discordar e nunca admite estar errada? É difícil sequer iniciar um conversa: “Oi, fulan@, tudo bem?” “Não sei se está tudo tão bem assim não, com esse tanto de problema para resolver… Eu falei que não ia dar certo desde o começo”.

Talvez você não concorde com a postura dessa pessoa e não é necessário concordar. Mas sentir empatia, até mesmo por quem mais nos incomoda, é conseguir desligar nosso instinto de sobrevivência, que aciona uma sirene toda vez que alguém é desagradável conosco, para tentar focar no outro ao invés de em nós mesmos.

 “O que será que está deixando essa pessoa tão amargurada?” O simples fato de parar, respirar e se fazer essa pergunta já é um grande exercício de empatia, capaz de mudar a forma como você vai reagir e, provavelmente, a forma como essa mesma pessoa vai te tratar futuramente.

Praticando empatia com pessoas difíceis

Ser empático com os desconhecidos ou pessoas mais difíceis é um grande esforço que demanda sensibilidade, inteligência emocional e persistência. Mas a boa notícia é que essa habilidade pode ser desenvolvida por meio de simples exercícios diários.

“Ao sentir empatia, é possível manter uma postura ponderada para trabalhar com pessoas difíceis”. Rich Fernandez, CEO do instituto de liderança Search Inside Yourself Leadership Institute. 

Conexões genuínas e liderança

Autocracia, tecnicismo e hierarquização provavelmente não são as características de um líder influente. Pode até conseguir resultados, mas tende a não construir uma equipe satisfeita e engajada.

Os grandes líderes têm algo em comum: sabem reconhecer suas próprias fraquezas e, por isso, são mais compreensivos com aqueles ao seu redor.

Para tornar-se um líder empático, é necessário começar com um esforço consciente para se colocar no lugar de quem está em volta. Rasgue rótulos, deixe os achismos de lado e busque a individualidade e humanidade do outro. Criando uma conexão genuína, expandimos nossa capacidade de compreensão e até mesmo melhoramos a resolução de problemas.

Veja um exemplo:

Marcelo trabalha há oito anos na mesma empresa e, por conta de sua experiência, é promovido. Agora, ele tem o dever de orientar um novo colaborador, João. Acostumado a realizar seu antigo trabalho com agilidade e rapidez, Marcelo se irrita com as perguntas e interrupções constantes de João, tirando dúvidas sobre coisas que parecem óbvias.

Mas, por um momento, Marcelo se lembra de que, anos atrás, chegou na empresa sem saber nada e aprendeu tudo graças à boa vontade de outro colega. Essa percepção renova sua paciência e faz com que ele passe a dar mais atenção para ensinar o jovem e repetir uma atitude que lhe fez bem no passado.

Busque similaridades

Mesmo quando o “outro” parece muito diferente de nós, por seus valores ou sua postura, há sempre um fator que nos une. Considerando o ambiente organizacional, na menor das hipóteses, o denominador comum é o fato de ambos estarem na mesma empresa e, portanto, buscarem o mesmo objetivo final.

Nesse sentido, é pertinente promover momentos em grupo, demonstrando que todos os colaboradores caminham na mesma direção, mesmo sendo de áreas diferentes.

Divulgar os principais números da empresa, revelando como o trabalho individual contribui para o resultado final, é uma ação que ajuda as pessoas a se enxergarem como parte do mesmo time, criando maior conexão.

Deixando o julgamento

Muitas vezes julgamos o mundo de acordo com nossa perspectiva. E sem flexibilizar a  visão, a gente não gera empatia. Para praticar a empatia interna, precisamos desligar o julgamento e exercer a curiosidade genuína, ver similaridades para então entender o que acontece com o outro.

Como exercício, ao final de um dia, deixe vir à tona os assuntos e situações que aconteceram, inclusive as conflituosas. Reflita se há uma emoção perturbadora e faça uma limpeza consciente. Mentalize as pessoas que cruzaram seu caminho, deseje que estejam bem, livres e tranquilas.

Trocando o círculo vicioso pelo círculo virtuoso

Perceba a leveza trazida por esse momento de reflexão. A mentalização consciente ajudará a deixar para trás níveis de estresse, aumentando sua qualidade de vida e melhorando, inclusive, o sono. Além de tudo, ajudará a quebrar aquele círculo vicioso marcado por penalizar alguém por um sofrimento e descontar em outras pessoas ou em si próprio.

Torne-se dono de uma mente diferenciada, aberta a conexões e que cria um círculo virtuoso.

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O que seus colegas de trabalho precisam agora é de compaixão

Não sei você, mas tenho julgado os outros muito mais nos últimos dias. No final da semana passada, uma colega de trabalho me disse no Slack que ficaria offline por um tempo enquanto cumprimentava sua babá, que chegaria a qualquer momento. Meu pensamento imediato foi: “Isso não é um distanciamento social”. Por uma fração de segundo, fiquei brava com ela. Como ela podia deixar outra pessoa entrar em sua casa a essa hora? Por que ela não está fazendo sua parte para achatar a curva? Meus sentimentos logo se transformaram em culpa e depois em tristeza. Eu não queria ficar irritada com minha colega de trabalho. Então, por que eu estava?

Já ouvi de muitos amigos, histórias semelhantes. Faz sentido: muitos de nós estão trabalhando em condições novas e abaixo do ideal. Estamos lidando com níveis sem precedentes de estresse e ansiedade. E o futuro de nossos empregos, empresas e economia é incerto.

Tudo isso cria as condições para a tensão, diz Brianna Caza, professora associada de administração da Bryan School of Business and Economics da Universidade da Carolina do Norte em Greensboro. Ela e seus co-autores revisaram 300 estudos com foco em relacionamentos no local de trabalho, transgressões de relacionamento e reparo de relacionamento. Eles descobriram que “sempre que há uma tensão externa, pode se manifestar entre colegas de trabalho”.

Infelizmente, em situações estressantes, nossa compaixão se esvai, de acordo com Monica Worline, cientista do Stanford Center for Compassion and Altruism Research and Education. “Quando estamos sob estresse severo, voltamos aos padrões de enfrentamento que são familiares e muito endurecidos em nós, e temos dificuldade em perceber que há outra maneira de fazer o que estamos fazendo. Achamos que estamos certos e os outros estão errados “, explica ela. Isso não é bom para suas interações com seus colegas. “Inconscientemente, quebramos nossos relacionamentos com colegas de trabalho, causando mais sofrimento.”

Este não é o momento de nos afastarmos da bondade e do carinho, mesmo que nossos cérebros nos levem nessa direção. “É importante tentar encontrar maneiras de permanecer aberto à compaixão, mesmo quando estamos sobrecarregados”. Worline e Jane Dutton, que co-escreveram Awakening Compassion at Work, fizeram uma pesquisa que mostra que a compaixão se correlaciona com seu próprio nível de satisfação no trabalho e com o grau em que você considera seu trabalho significativo. Mas como você encontra e demonstra empatia pelos colegas de trabalho quando seus recursos cognitivos estão esgotados?

Aqui está o que Caza e Worline me disseram.

Lembre-se de que esta é uma oportunidade de conexão.

Caza e seus co-autores descobriram em sua pesquisa que “havia muitos gatilhos e caminhos para fraturas nos relacionamentos”, mas também havia “o potencial para relacionamentos mais fortes nesses tempos estressantes. Sempre que as coisas ficam abaladas, há um potencial para uma mudança positiva “, explica ela. E como essa crise é global, quase todo mundo é afetado de alguma forma. Vi isso acontecer nas últimas semanas. Colegas de trabalho – com quem não interajo com muita frequência – entraram em contato para ver como estou me saindo e, por sua vez, fizemos o mesmo por outros. Essa sensação de que estamos nisso juntos pode ser uma união, mesmo quando – ou porque – estamos sob extrema pressão.

Aceite que todos estamos lidando de maneira diferente.

Outro colega de trabalho compartilhou um artigo sobre a pressão sobre os casamentos durante a crise, que esclareceu porque as coisas podem parecer tensas em algumas de nossas relações de trabalho. Nele, a especialista em relacionamento, Esther Perel, apontou que as pessoas costumam ter diferentes mecanismos de enfrentamento. Algumas pessoas gostam de receber o máximo de informações possível, passando horas no Twitter ou lendo artigo após artigo. Outros gostam de limitar a quantidade de notícias que recebem. Alguns podem ser rígidos quanto ao distanciamento social (sou eu), enquanto outros podem adotar uma abordagem mais flexível. E alguns colegas podem se dedicar ao trabalho, encontrando conforto em estar ocupados, enquanto outros lutam para manter-se e manter o foco.

Há também uma diferença em como as pessoas otimistas ou pessimistas se sentem. Vejo isso acontecer diariamente em reuniões virtuais, quando alguém pergunta às pessoas como elas estão e uma pessoa diz “Ótimo!” e outro murmura “Meh”. Todas essas são respostas válidas e não precisamos ter as mesmas maneiras de lidar.

Caza diz que a diferença não está apenas nas abordagens de enfrentamento, mas nas circunstâncias também. Os colegas não estão sendo afetados pela crise da mesma maneira. Alguns estão trabalhando em casa com crianças pequenas e agora têm a tarefa de educar em casa. Outros têm pais ou outros parentes mais velhos com os quais estão preocupados. Para alguns, o trabalho ficou mais intenso, enquanto a carga de trabalho de outros diminuiu. Vários de meus colegas trabalharam regularmente em casa ao longo dos anos e estão bem organizados. Outros não têm lugares calmos em casa para receber chamadas, outros não se importam em participar de uma vídeo-chamada.

Seja generoso em suas interpretações.

Dada a provável variação entre você e seus colegas de trabalho, Worline e Caza dizem que uma das coisas mais importantes que você pode fazer agora é ser generoso em suas interpretações de outras pessoas. Se você receber um e-mail curto, não assuma que a pessoa está irritada ou sendo rude. Em vez disso, imagine que eles estão sob pressão e não tiveram tempo para suas gentilezas habituais.

Isso é difícil de fazer, explica Worline. “Quando estamos em crise, mudamos a maneira como interpretamos as coisas ao nosso redor. Nossa própria dor e sofrimento tendem a aumentar, e diminuímos o fato de as pessoas estarem passando pela mesma tensão ou mais. Ficamos mais impressionados com as necessidades e o sofrimento de outras pessoas e podemos reagir pensando: “Não há nada que eu possa fazer sobre isso” ou “Esse é o problema deles e não o meu”. “

Quando surgirem tensões, tente pensar por que você e seus colegas podem não estar se comunicando bem. Não fique preso ao pensamento certo-errado. Worline sugere que você se diga: “Sou capaz e estou cercado por pessoas que também são capazes” e pergunte: “Onde estão os gargalos e como estamos nos comunicando?” Ao focar na dinâmica e nas circunstâncias, e não na pessoa, é provável que você chegue ao problema subjacente sem colocar a culpa.

Reconheça como você está se sentindo.

Você pode evitar falhas de comunicação e ferir sentimentos, deixando claro o que está enfrentando no momento. Por exemplo, o Caza sugere que você explique aos seus colegas de trabalho que pode precisar de algum espaço, especialmente se as coisas estiverem se movendo rapidamente. Você pode dizer: “Há muita ansiedade e estresse no momento, então deixe-me dedicar algum tempo para pensar sobre isso”. E comunique mais do que você poderia em circunstâncias normais, sendo mais consciente sobre o que diz e o tom que transmite. No outro dia, recebi uma nota de uma colega do Slack que dizia: “Estive relendo as mensagens e acabei de perceber que foram muito contundentes – não era para ser assim. Estamos todos fazendo muito!” Eu tinha notado que a mensagem dela era concisa, mas felizmente não a levei para o lado pessoal. Se você sentir algo prejudicial entre você e um colega, não deixe que isso apodreça. É melhor resolver o problema mais cedo ou mais tarde, diz Caza.

E não se surpreenda se disser algo de que se arrepende ou machucar um colega. “Quanto mais você tiver compaixão por si mesmo e por suas falhas em ser a pessoa que deseja ser, mais poderá diminuir seu estresse”, diz Worline.

Aceite que a vida doméstica de seus colegas de trabalho agora seja relevante para você.

Como tendemos a nos distanciar do sofrimento alheio quando estamos estressados, você pode pensar que não é problema seu que seu colega de trabalho tenha dois filhos, por exemplo. “A situação deles como pais não era necessariamente relevante para o seu trabalho”, diz Worline. Mas com certeza é agora. “Reconheça que a relevância mudou devido à situação em que estamos.” Aqui, ela sugere outra mudança de pensamento: “As pessoas são essencialmente boas e estão tentando fazer o melhor possível”. Em vez de se aborrecer quando seu colega de trabalho for continuamente interrompido pelo filho, pense em como você pode ajustar os padrões de como trabalham juntos. Como você pode ser mais flexível para que todos possam continuar realizando seu trabalho?

Não compare sofrimento.

Um dos comentários recorrentes que eu vi nas mídias sociais quando as pessoas reclamam do que estão passando é algo como: “Pelo menos você não está trabalhando na área da saúde no momento”. Worline diz que esse tipo de comparação pode estar “brutalmente diminutiva”. “As pessoas pensam erroneamente que estão dando uma perspectiva muito necessária. Mas isso não alivia a angústia, apenas adiciona um nível de julgamento e culpa e agrava a dor. ” Worline ressalta que existem inúmeras formas de dificuldades e que “compaixão não envolve julgar a relevância do sofrimento alheio”.

À luz deste conselho, aqui estão algumas coisas que estou tentando me lembrar todos os dias para conscientemente e deliberadamente me inclinar para a empatia e bondade.

Meus colegas de trabalho e eu não vemos o mundo exatamente da mesma maneira e tudo bem.

Temos diferentes maneiras de lidar com a incerteza, a tristeza e o estresse.

Eles estão sob pressões que eu nem sempre vejo e não consigo entender completamente (e provavelmente não são da minha conta).

Não é útil para mim ou para eles comparar nossos desafios.

Estamos todos fazendo o melhor que podemos.

Nem sempre é fácil ser paciente e compreensivo, especialmente com tudo o que está acontecendo. Mas vou continuar tentando, porque é o que meus colegas e eu merecemos.

Mas como você encontra e demonstra compaixão pelos colegas de trabalho quando seus recursos cognitivos estão esgotados? 🤔

👉🏼 Se você quer aprender como colocar na prática essas qualidades que se tornaram essenciais no novo cenário, participe do nosso Curso On-line Liderança Compassiva 😉

Texto de Amy Gallo, traduzido pela maisPS. Acesse o original: https://hbr.org/2020/03/what-your-coworkers-need-right-now-is-compassion

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Moonshot Thinking e liderança: o que tem a ver?

Em nossos artigos anteriores já comentamos sobre o contexto da disrupção no ambiente de trabalho e como isso  demanda lideranças preparadas para novos desafios. Para alcançar as habilidades necessárias em meio à transformação digital, posicionamentos diferentes devem ser adotados. 

Mas, antes de tudo, é preciso entender quais são as habilidades necessárias. Uma pesquisa da DWG chamada “The Inside-Out Digital Leader” compilou uma lista com 8 habilidades consideradas essenciais para este novo conceito de liderança e 6 princípios importantes para o líder digital:

As habilidades:

  1. Alfabetização digital
  2. Visão digital
  3. Advocacia
  4. Presença
  5. Comunicação
  6. Adaptabilidade
  7. Autoconsciência
  8. Consciência cultural

Os princípios:

  1. Não mandar; conversar
  2. Desenvolver mentalidade digital: adotar as facilidades da tecnologia para liderar e reinventar o negócio.
  3. Ir além: fugir dos padrões e ultrapassar os limites da organização.
  4. Ser orientado por dados: adotar uma abordagem que utiliza dados concretos para a tomada de decisões e incitar que a equipe faça o mesmo.
  5. Arriscar-se: estar preparado para arriscar e experimentar.
  6. Empoderar a equipe: desencadear processos criativos que utilizem a transformação digital na organização.

Você pode fazer um teste dessas habilidades em nosso Quizz “Quão líder digital você é?”.

Hoje, queremos focar em um dos princípios, que é o “arriscar-se”. Estamos falando de uma liderança que precisa saber ousar, experimentar e errar. Tudo isso alimentado pela visão digital.

E um conceito importante surge quando falamos sobre experimentação na era digital: o moonshot thinking. Você já ouviu falar? Neste artigo, vamos te ajudar a entender o impacto do moonshot thinking nas lideranças das empresas.

O que é moonshot thinking?

Num contexto amplo, o pensamento moonshot é aquele que se incomoda com o que é impossível. Aquele que busca solucionar grandes desafios, de formas disruptivas. Em resumo, busca fazer o que ainda não foi feito. 

São os pensamentos como o “tiro na lua” (tradução) que são responsáveis por projetos inovadores como carros automáticos, inteligência artificial e outras tecnologias que antes achávamos impossíveis. Uma das principais empresas propagadoras do moonshot thinking é a X Company, antiga Google X (conhecida como a parte disruptiva da Google).  

Moonshot thinking na prática das lideranças

Normalmente, uma empresa quando pensa em aprimorar algo que está desenvolvendo pensa em 10% a 20% em relação ao ano anterior. Agora, se você se encontrar num cenário em que deve crescer em 10 vezes mais a produção da empresa, não será o mesmo processo, concorda? 

Criatividade e inovação são o foco do moonshot thinking. Muitas vezes, temos que começar do zero para alcançar esse objetivo tão alto e isso impacta diretamente nas atitudes das lideranças. 

A Afferolab, nossa parceira em aprendizagem, trouxe em um de seus artigos exemplos de atitudes do pensamento moonshot. Um deles foi quando, durante o mandato de John F. Kennedy nos Estados Unidos da América, foi decidido levar o homem ao espaço simplesmente porque se sentiam capazes de fazê-lo. Nas palavras de John F. Kennedy:

“Nós não sabemos ainda exatamente como faremos, mas faremos”. 

Isso é ser uma liderança moonshot thinking. É o momento de sair da zona de conforto e entrar em processo de inovação, trazendo competitividade e sustentabilidade para o futuro da empresa e da equipe.

O importante é estar em um ambiente em que exista liberdade para arriscar e errar. E isso é inovação.Equipes em que a liderança se conforta em uma zona de segurança e não demanda de seus profissionais a ousadia, não chegam às novas soluções. 

Exercitar o pensamento moonshot é desatrofiar a criatividade. E aí, que tal começar a dar tiros na lua? 

O que é disrupção no ambiente de trabalho?

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O que é disrupção no ambiente de trabalho?

Em um dos nossos artigos anteriores falamos um pouco sobre a disrupção no ambiente de trabalho como o cenário que influencia nas competências da liderança digital. Você já ouviu falar sobre esse termo em algum momento do seu dia a dia?

A palavra disrupção vem sendo utilizada em grande escala no cenário de transformação pelo qual passamos e, muitas vezes, torna-se pesadelo para empresas e lideranças.

Mas afinal, qual é o significado de disrupção?

Disrupção surgiu do processo de mudança tecnológica que impactou tanto as empresas como os consumidores. Podemos falar sobre disrupção quando pensamos em um momento de grande ruptura e modificação do status quo, sabe?

A tecnologia é fator impulsionador da disrupção. Podemos pegar como exemplo de momento de ruptura a vinda dos aplicativos de mensagem instantânea. Há 10 anos atrás nos comunicávamos completamente diferente do que hoje e num futuro próximo, provavelmente, já aparecerão novas ferramentas incríveis a partir de novas tecnologias. Isso é disrupção.

E o que causa a disrupção no ambiente de trabalho?

Nem tudo é sobre tecnologia. No ambiente de trabalho encontramos um forte aliado do cenário de transformação: o fator humano. A capacidade das pessoas em lidar com os novos desafios é também impulsionadora da disrupção.

A mudança de mentalidade também é essencial, ver na disrupção uma oportunidade de crescer e não como um barreira para execução do trabalho.

Algumas consequências da disrupção no ambiente de trabalho

# Mudanças na forma como fazemos o trabalho

Você sente que o trabalho está em constante mudança? As atividades rotineiras possuem novas formas de serem feitas à todo momento. O ideal é manter a cabeça aberta para aprender sempre mais e aceitar novas ideias.

# Surgimento de novas profissões

As novas gerações que estão chegando têm uma nova forma de pensar e novas prioridades. A disrupção mudou a configuração do aprendizado e mudou também as demandas no mercado de trabalho, o que gerou o surgimento das novas profissões.

# Lideranças ultrapassadas

É notável uma frente de líderes em muitas empresas que não estão se adequando a essa nova fase nas organizações. O surgimento de novas ideias, a quebra a rígida hierarquia, a troca de informações, diversidade nas equipes de trabalho, entre outros. Se as lideranças não se adequarem às novas frentes com uma nova postura de trabalho, provavelmente a disrupção não irá se desenvolver dentro da organização.

Percebemos que liderança é um assunto importante quando pensamos em transformações no mundo do trabalho. Nosso próximo artigo abordará um pouco sobre a liderança moonshot. Já ouviu falar? Fique ligado(a)!

 

http://pstreinamentoempresarial.com.br/quais-sao-as-competencias-da-lideranca-na-era-digital/

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Quais são as competências da liderança na era digital?

Antes de falarmos sobre liderança na era digital, vamos entender do que se trata e quando começou esse cenário de transformação de que tanto estão falando.

Foi em meados do século XX que a transformação digital deu os seus primeiros passos. Hoje, alguns anos depois, a era digital impacta praticamente todas as organizações e vidas das pessoas que conhecemos.

Ok, vamos deixar isso um pouco mais perto da nossa realidade. Pare e pense sobre os fluxos de informação que acontecem no ambiente de trabalho e na sua vida particular. Como você se comunica com a sua equipe e com a sua família? A tecnologia faz parte desse processo? Provavelmente você deve encontrar processos digitais em alguns momentos do seu dia e isso reflete diretamente na forma em como nós atuamos e nas habilidades que serão desenvolvidas daqui para a frente.

A Era Digital e o Mundo do Trabalho: ansiedade e disrupção

Insegurança sobre o futuro do trabalho. Acreditamos que isso resuma muito sobre como nos sentimos ao pensar na era digital no cenário do mundo do trabalho. De um lado, inovação aliada a um amplo leque de novas possibilidade de negócio e, de outro, os medos e ansiedades que são gerados ao pensarmos no fator humano.

A era digital (ou transformação digital) modificou e segue modificando a estrutura dos negócios, o nosso dia a dia, a forma como nos comunicamos, trabalhamos e tomamos decisões. Isso se chama disrupção e é nesse cenário que falar sobre a importância de uma liderança digital se torna algo importante.

Afinal, quais são as competências de um líder digital?

É importante que as lideranças das organizações estejam atentas ao que a transformação digital exige de suas equipes e de si mesmos. Sabemos que, muitas vezes, se torna um pouco difícil desprender-se de certo paradigmas e metodologias que já eram seguidas há tanto tempo e que, de certa forma, se mostravam eficientes.

Agora que já entendemos um pouco desse cenário. Seguem algumas dicas do que qualificamos como habilidades mais importantes para líderes que querem estar atualizados ao momento atual:

#1 Não se prender a automatismos.

Rotina corrida e agenda lotada. Sabemos que essa é a realidade do dia a dia de lideranças e ligar o piloto automático para algumas atividades se torna, muitas vezes, um apoio na rotina. No entanto, em alguns momento isso pode gerar decisões tomadas sem consciência, sem contar que, no piloto automático, não conseguimos conversar (principalmente ouvir) de forma ativa, podendo ignorar ou responder inadequadamente colegas e colaboradores. Diminua a centralização, quando possível, avalie reuniões – que às vezes podem ser e-mails -, e pare para respirar antes de iniciar a próxima tarefa.

#2 Olhar sempre para o futuro.

Não há como falar sobre transformação digital, tecnologia e não impor um posicionamento que reflita para o futuro. O líder digital deve voltar-se para decisões pensadas sempre à frente.

#3 Desenvolver o autoconhecimento.

Esse é o fator mais importante para a liderança digital. As lideranças precisam conhecer a si mesmas para poder encarar o desafio de liderar pessoas e equipes. Entender as próprias necessidades e anseios, melhora a relação para consigo e para com o outro. A inteligência emocional se torna decisiva na era da transformação digital.

#4 Saber gerenciar as ansiedades e medos, tanto as próprias como da equipe.

É a partir do autoconhecimento, então, que as lideranças poderão conseguir gerenciar e refletir sobre o sentimento de quem está ao seu lado. Como já falamos, ansiedades e medos fazem parte da era digital e é importante que o líder saiba fazer esse gerenciamento para que proporcione uma melhor qualidade de vida e de trabalho para todos em sua equipe. Expandir a empatia na sua organização é algo importante nesse momento.

#5 Atentar-se para as novidades que as novas gerações trazem para o ambiente de trabalho.

As novas gerações aprenderam a desenvolver suas habilidades das mais variadas formas. Cresceram aliados às novas tecnologias e possuem uma mentalidade, muitas vezes, mais aberta a um cenário de mudanças. É importante que o líder digital fique atento e absorva as novidades que colaboradores jovens podem trazer para o ambiente de trabalho. Ensinar e também aprender, isso é o que faz a diferença para lideranças que querem adaptar-se aos novos tempos.

Quer saber mais sobre liderança digital? Fique atento aos nossos próximos conteúdos.

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Engajamento Liderança

Engajamento no trabalho: 3 motivos de desmotivação

De acordo com uma pesquisa da Gallup de 2018, o engajamento no trabalho está aumentando, mas continua sendo um dos maiores problemas para o RH, para o líder e para a empresa como um todo.

Cerca de 53% dos colaboradores se dizem satisfeitos de maneira geral, mas não se sentem emocionalmente e cognitivamente conectados com o trabalho. E sabe quanto tem custado essa falta de engajamento no trabalho para a empresa? Cerca de R$ 3.500 a mais por ano por colaborador.

No final de 2019, perguntamos aos nossos clientes qual o principal desafio para os próximos anos e encontramos um assunto em comum em todas as respostas: engajamento e retenção. Você também tem esse desafio?

Quais os motivos do baixo engajamento no trabalho?

Depois de refletir sobre o cenário que envolve essa questão, começamos a explorar os motivos. E chegamos na conclusão de que 3 itens têm grande influência no desengajamento dos colaboradores:

#1 Problemas relacionais

Uma grande fonte de sofrimento nas empresas remete aos conflitos gerados entre diferentes áreas por falta de alinhamento e colaboração.

A questão é que os conflitos, em si, não são problemas. Eles estão listados, inclusive, como uma das qualidades do livro 5 Desafios das Equipes, de Patrick Lencioni. Da mesma forma, o medo do conflito é listado como uma das cinco disfunções.

As equipes que evitam o conflito geralmente o fazem porque seus integrantes têm medo de magoar uns aos outros. O problema é que a falta do debate aberto costuma alimentar uma tensão perigosa, fazendo com que as pessoas passem a recorrer a ataques pessoais pelas costas, o que é muito mais prejudicial do que qualquer discussão focada em um problema específico.

#2 Lideranças despreparadas

A verdade é que muitos colaboradores não se demitem das empresas e sim de seus gestores. E isso acontece porque, muitas vezes, alguém de alta competência técnica assume uma posição de liderança, mas sem o preparo comportamental que esse cargo exige.

Veja só um dos relatos da pesquisa que fizemos:

“É essencial que os líderes conheçam melhor o comportamento dos profissionais, no entanto, ainda estão muito vinculados ao trabalho técnico e ao resultados. Eles têm dificuldades de dar feedback, não tem cuidado e nem preparo para exprimir as informações necessárias dos colaboradores”.”

#3 Falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional

O Brasil é o país mais ansioso e estressado do mundo. São mais de 18 milhões de brasileiros diagnosticados com esses transtornos de acordo com a OMS. Isso se dá muito pela realidade que estamos vivendo: volátil, incerta, complexa e ambígua.

Além da correria diária, há desafios específicos de trabalho e pessoais que aumentam ainda mais nosso nível de estresse e ansiedade. Por exemplo, o lançamento de um novo produto ou serviço, uma importante reunião anual pela qual você está responsável, ou um filho doente em casa.

A questão é que tem faltado empatia dentro das empresas. Empatia para entender que um pai com uma criança recém nascida vai precisar sair mais cedo, ou chegar atrasado. E até mesmo perder performance durante alguns períodos. Empatia para entender que com um problema pessoal, não é possível exigir o mesmo foco e resultado de um colaborador.

Como aumentar o engajamento no trabalho?

Cada um dos itens comentados, combinados, tem gerado altas taxas de desengajamento e turnover dentro das empresas. Mas a boa notícia é que para cada problema existe uma solução! Então veja em nosso próximo artigo sobre o tema, onde listamos dicas práticas para cada um dos tópicos acima.

Motivação no trabalho: 4 dicas para diminuir o turnover

A maisPS tem soluções para apoiar você e seu time na busca por mais engajamento e na construção de resultados, conheça nosso Team Building Online – Equipes Coesas

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Comunicação Contextualizada

Você já teve a sensação de comunicar uma mensagem a alguém e depois de um tempo descobrir que aquela pessoa não entendeu o que você estava querendo dizer?

Para ajudar a evitar esse tipo de situação que, aliás, é uma das principais fontes de improdutividade, nós podemos fazer melhor uso de algumas ferramentas. Para o exemplo acima, uma ferramenta importante é a contextualização.

O que é Comunicação Contextualizada?

A contextualização é um dos elementos fundamentais para uma boa comunicação, já que é responsável por conferir sentido ao que está sendo dito. O ato de contextualizar pode ser entendido como uma forma de transmissão de conhecimento e informação, permitindo ao ouvinte adquirir a visão holística da situação.

Para pensar…

“Toda comunicação necessita de contexto”, pois “nada tem sentido a não ser que seja contextualizado” (Gregory Bateson).

Para o Líder

Por onde começar?

Quando o líder esclarece o porquê de determinado trabalho ser demandado e porque para aquela pessoa, além de explicar claramente os detalhes referentes à demanda, faz com que o colaborador saia do papel de espectador e se torne o protagonista, assumindo a capacidade de decisão e de resolução de possíveis problemas e contratempos.

Além de se sentirem mais motivados, os funcionários se engajam mais quando sentem que não são
apenas demandados, mas que são envolvidos no processo e passam a entender o contexto (propósito, importância e significado) dos afazeres que lhes são confiados.

Como fazer

Explicar o contexto ao invés de simplesmente dizer “faça isso”, abre caminho para discussões produtivas que podem resultar no surgimento de novas ideias ou eventuais dúvidas, além de fortalecer o comprometimento dos funcionários.

Esses benefícios são percebidos pelo mercado, pois são o reflexo da participação e valorização de um dos principais recursos responsáveis pela evolução de uma empresa – os colaboradores.

Observe a diferença entre a comunicação passada para os colaboradores e o possível efeito causado nos mesmos, nas seguintes situações:

1a situação

× Sem contextualização:

  • Na semana que vem, toda a área de pós-venda fará um treinamento.

  Comunicação contextualizada:

  • Fizemos uma pesquisa de satisfação dos clientes e o
    indicador de atendimento do pós-venda está abaixo da
    nossa meta. Com o objetivo de reverter essa situação, e
    também para desenvolver nossa equipe, na semana que
    vem toda a área de pós-venda fará um treinamento.

2a situação

× Sem contextualização:

  • Preciso que você fique até mais tarde hoje.

  Comunicação contextualizada:

  • Precisamos entregar um dos maiores projetos da história
    da nossa empresa até amanhã às 10h. Para conseguirmos
    terminar dentro do prazo, gostaria que você ficasse até
    mais tarde hoje.

Dicas para aplicar Comunicação Comunicação Contextualizada

A Comunicação Contextualizada normalmente é deixada de lado pela justificativa de falta de
tempo, ou de que ‘para um bom entendedor, meia palavra basta’. O que muitas pessoas
desconsideram é o tempo que uma tarefa levará para ser refeita por falta de um bom
entendimento inicial.

  • Prepare o contexto que será dado: pense o que você precisa comunicar, quais informações serão necessárias para que a pessoa entenda e ‘compre’ sua ideia.
  • Responda os porquês: imagine uma conversa com uma criança que está na fase dos ‘porquês’. Se você fizesse uma comunicação simples, ela iria perguntar todos os porquês até ficar satisfeita com a resposta. Então, planeje sua comunicação considerando as
    respostas para esses porquês.
  • Seja moderado: cuidado com o excesso de informação: ao contextualizar, algumas pessoas podem se perder em sua própria história e acaba não ficando claro o que querem. Então, reforce qual o objetivo daquela comunicação e seja conciso. Contextualizar não significa ser prolixo ou encher o outro com informações desnecessárias.
  • Leve em conta o seu interlocutor: saber quem é, qual o grau de estudo, como ele interpreta as informações pode ajudar a personalizar a sua comunicação. Uma pessoa mais simples ou sem experiência precisará de mais contextualização e exemplos. Em uma reunião com a diretoria, a contextualização precisa ser mais objetiva e vinculada a estratégias.
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Influência e liderança: dicas simples para você ampliar sua influência como líder

Mesmo fora do ambiente profissional, a sua rede de convívio não deixa de ser networking, e é fundamental que líderes e empresários se conscientizem disso e fiquem atentos às atitudes, à influência e à imagem que transmitem.

Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim.”

Mahatma Gandhi.

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Liderança

Criatividade e inovação: segredos para uma carreira de sucesso no futuro

 

Você já parou para pensar sobre o futuro do mercado de trabalho? “90% do trabalho feito atualmente por humanos será realizado por robôs em poucos anos”, foi o que afirmou Larry Page, presidente e cofundador do Google, no fim de 2014, em entrevista ao jornal americano The Financial Times.

Como você enxerga sua carreira inserida neste cenário?

A edição de março de 2015 da Revista Você S/A expõe a opinião dos professores do MIT Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, trazendo um pouco de alívio a essa dura transformação.

No livro The SecondMachine Age: Work, ProgressandProsperity in a Time ofBrilliant Technologies (“A Segunda era das máquinas: trabalho, progresso e prosperidade em um tempo de tecnologias brilhantes”, em uma tradução livre) os professores explicam que há sim motivos para se preocupar.

As conquistas das áreas de informática e inteligência artificial vêm aumentando muito nos últimos anos, fazendo com que máquinas comecem a ocupar “terrenos” antes considerados de domínio exclusivamente humano. São os casos, por exemplo, dos carros autônomos do Google, do robô Watson da IBM ou da assistente pessoal Siri, da Apple.

Qualquer projeção sobre a capacidade das máquinas pode estar subestimada, o que temimpacto direto sobre a mão de obra humana.

A solução para sua carreira está….bem aí, dentro de você!

A boa notícia é que os professores encontraram em todos os casos que estudaram certas atividades que os robôs ainda não fazem – e provavelmente não farão: “nunca vimos uma máquina verdadeiramente criativa, ou uma empreendedora, ou uma inovadora. Já vimos software capaz de escrever textos com rimas, mas nenhum capaz de escrever poemas de verdade”, contam.

Ou seja, dificilmente as máquinas irão conseguir criar, inovarou ter novas ideias.A capacidade de pensar, entender e considerar emoções e a capacidade de sentir emoções e considerá-las na hora de criar, decidir e liderar provavelmente sejam sempre exclusivamente humanas.

Além disso, as máquinas podem ser responsáveis pelo aceleramento de muitos projetos e atividades, mas ainda não têm a capacidade (e supostamente não terão) de gerenciá-los e direcioná-los sozinhas.

Então, comece a explorar desde já o seu potencial criativo e inovador. As carreiras mais estáveis e bem-sucedidas do futuro serão aquelas que, além de se integrarem muito bem com as novas tecnologias, deterão uma originalidade impossível de ser alcançada ou imitada por qualquer máquina!

 

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Um forte abraço,

Equipe PS Treinamento

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Comunicação Empresarial para uma Liderança Eficaz

Qual é o segredo para uma liderança eficaz? Nós, da maisPS, acreditamos que seja a reunião de diversas habilidades, entre as quais se destaca a comunicação empresarial.

Falhas na Comunicação Empresarial

Paradoxalmente, grande parte dos problemas de uma organização ocorre devido a falhas na comunicação empresarial.

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Como a decisão estratégica pode manter sua empresa fora de risco

A velocidade com que a tecnologia evolui e a acirrada concorrência no mercado atual, faz com que fique cada vez mais complexo para líderes tomarem a decisão correta a respeito da estratégia e dos recursos necessários para prosseguir na jornada rumo ao sucesso.

Decisão estratégica: como ela afeta a sua liderança

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Liderança Consciente: treinamento em Fernando de Noronha

Treinamento Liderança Consciente: amplie suas habilidades de liderança.

Serie de palestras Liderança Consciente começou ontem em Fernando de Noronha. A turma, lotada, surpreendeu-nos com sua atenção e com sua participação.

Antes de qualquer ferramenta de liderança, o líder deve dedicar um tempo ao mergulho dentro de suas próprias paisagens para aprender sobre si mesmo!

 

Sobre o consultor

Daniel Spinelli, fundador e consultor da PS Treinamento Empresarial, com formação em coaching com ICP MBA FGV em Gestão Estratégica, já coordenou programas de facilitação para mais de 20 mil participantes.

Conheça nossos programas: Soluções PS Treinamento Empresarial.