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Liderança

Moonshot Thinking e liderança: o que tem a ver?

Em nossos artigos anteriores já comentamos sobre o contexto da disrupção no ambiente de trabalho e como isso  demanda lideranças preparadas para novos desafios. Para alcançar as habilidades necessárias em meio à transformação digital, posicionamentos diferentes devem ser adotados. 

Mas, antes de tudo, é preciso entender quais são as habilidades necessárias. Uma pesquisa da DWG chamada “The Inside-Out Digital Leader” compilou uma lista com 8 habilidades consideradas essenciais para este novo conceito de liderança e 6 princípios importantes para o líder digital:

As habilidades:

  1. Alfabetização digital
  2. Visão digital
  3. Advocacia
  4. Presença
  5. Comunicação
  6. Adaptabilidade
  7. Autoconsciência
  8. Consciência cultural

Os princípios:

  1. Não mandar; conversar
  2. Desenvolver mentalidade digital: adotar as facilidades da tecnologia para liderar e reinventar o negócio.
  3. Ir além: fugir dos padrões e ultrapassar os limites da organização.
  4. Ser orientado por dados: adotar uma abordagem que utiliza dados concretos para a tomada de decisões e incitar que a equipe faça o mesmo.
  5. Arriscar-se: estar preparado para arriscar e experimentar.
  6. Empoderar a equipe: desencadear processos criativos que utilizem a transformação digital na organização.

Você pode fazer um teste dessas habilidades em nosso Quizz “Quão líder digital você é?”.

Hoje, queremos focar em um dos princípios, que é o “arriscar-se”. Estamos falando de uma liderança que precisa saber ousar, experimentar e errar. Tudo isso alimentado pela visão digital.

E um conceito importante surge quando falamos sobre experimentação na era digital: o moonshot thinking. Você já ouviu falar? Neste artigo, vamos te ajudar a entender o impacto do moonshot thinking nas lideranças das empresas.

O que é moonshot thinking?

Num contexto amplo, o pensamento moonshot é aquele que se incomoda com o que é impossível. Aquele que busca solucionar grandes desafios, de formas disruptivas. Em resumo, busca fazer o que ainda não foi feito. 

São os pensamentos como o “tiro na lua” (tradução) que são responsáveis por projetos inovadores como carros automáticos, inteligência artificial e outras tecnologias que antes achávamos impossíveis. Uma das principais empresas propagadoras do moonshot thinking é a X Company, antiga Google X (conhecida como a parte disruptiva da Google).  

Moonshot thinking na prática das lideranças

Normalmente, uma empresa quando pensa em aprimorar algo que está desenvolvendo pensa em 10% a 20% em relação ao ano anterior. Agora, se você se encontrar num cenário em que deve crescer em 10 vezes mais a produção da empresa, não será o mesmo processo, concorda? 

Criatividade e inovação são o foco do moonshot thinking. Muitas vezes, temos que começar do zero para alcançar esse objetivo tão alto e isso impacta diretamente nas atitudes das lideranças. 

A Afferolab, nossa parceira em aprendizagem, trouxe em um de seus artigos exemplos de atitudes do pensamento moonshot. Um deles foi quando, durante o mandato de John F. Kennedy nos Estados Unidos da América, foi decidido levar o homem ao espaço simplesmente porque se sentiam capazes de fazê-lo. Nas palavras de John F. Kennedy:

“Nós não sabemos ainda exatamente como faremos, mas faremos”. 

Isso é ser uma liderança moonshot thinking. É o momento de sair da zona de conforto e entrar em processo de inovação, trazendo competitividade e sustentabilidade para o futuro da empresa e da equipe.

O importante é estar em um ambiente em que exista liberdade para arriscar e errar. E isso é inovação.Equipes em que a liderança se conforta em uma zona de segurança e não demanda de seus profissionais a ousadia, não chegam às novas soluções. 

Exercitar o pensamento moonshot é desatrofiar a criatividade. E aí, que tal começar a dar tiros na lua? 

O que é disrupção no ambiente de trabalho?

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Aprendendo a ser resiliente, empático e líder: benefícios comprovados do programa Search Inside Yourself

Participar de um programa de Inteligência Emocional de apenas dois dias pode melhorar sua capacidade ser resiliente, saber gerenciar o stress, desenvolver empatia e outras habilidades

Você acredita nisso?

Pode parecer bom demais para ser verdade, mas vamos aos fatos:

O Instituto de liderança Search Inside Yourself pesquisou mais de 1.500 participantes, antes e depois do programa, em 20 países. 

Os resultados fornecem evidências de que o programa Search Inside Yourself leva a melhorias significativas nas capacidades de ser resiliente, ter mais atenção plena, de desenvolver as habilidades da inteligência emocional.

Continue a leitura e veja quais são os principais benefícios comprovados desse programa. 

#1 Se resiliente em todos os momentos

Garanto que você já sentiu a necessidade de recuperar a calma após uma situação desafiadora, certo?

Essa é uma tarefa difícil, mas o Search Inside Yourself ensina técnicas e práticas para ser resiliente, por meio da resiliência emocional, resiliência cognitiva e calma interior.

Após o programa, 60% dos participantes passaram a sentir que podem “dar um passo para trás” e voltar ao estado natural após uma situação emocionalmente forte.

#2 Aprendendo a promover a empatia

Todos concordam que o mundo seria melhor se houvesse mais empatia. Não por menos, essa habilidade nos ensina a entrar em sintonia com o que os outros estão sentindo. Pode ajudar a melhorar nossas interações sociais em vários níveis, mas não significa que seja fácil exercê-la. 

O programa SIY explica como a neurociência está por trás da empatia e como desenvolver hábitos para aumentá-la nas interações diárias.

Resultado? 64% dos entrevistados apresentaram melhor facilidade para se colocar no lugar das outras pessoas no momento de dar um feedback.

#3 Melhorando a capacidade de presença

Ser resiliente e ter empatia são apenas algumas das habilidades aprendidas no programa SIY.  A Atenção Plena vem na sequência como uma das áreas em que mais se notou melhoria aos participantes do programa Search Inside Yourself.

Antes do programa, cerca de 39% dos participantes diziam ter a “capacidade de perceber que a atenção foi desviada e devolvê-la ao momento presente”. Após o SIY, esse percentual subiu para 65%.

#4 Redução significativa do stress

Por meio de práticas principalmente em torno da atenção plena, autoconsciência e autogestão, o programa ajuda as pessoas a aumentarem o bem-estar. 

Como? Ensinando técnicas de relaxamento que podem ser feitas em qualquer hora do dia. Dessa forma, 66% dos participantes passaram a aplicar tais técnicas que ajudaram a manter a calma mesmo no meio de uma situação estressante.

#5 Transbordando a compaixão

Empatia em ação! Ter compaixão é saber concretizar a empatia em atitudes, em outras palavras, ela nos ajuda a construir um mundo mais gentil. 

Você também sente falta disso com seus colegas de trabalho ou até mesmo com os amigos? 

O SIY ensina formas de melhorar o olhara para si mesmo e, assim, desenvolver mais compaixão pelos outros. Essa habilidade tão singular revelou que 74% dos participantes passaram a se sentir mais confortáveis para oferecer ajuda quando vêem que alguém do trabalho está passando por dificuldades.

#6 Exercendo a liderança

Todos somos líderes. Seja formalmente dentro de uma organização, liderando esforços na sociedade, administrando as atividades da família ou conduzindo nossas vidas pessoais, todas as pessoas lideram de alguma maneira. 

Pode ser que você tenha fugido de uma conversa difícil por simplesmente não saber como atuar. Se isso atrapalha seu papel de liderança, saiba que o Search Inside Yourself ensina como melhor colaborar e trabalhar com outras pessoas, gerenciar conflitos e ter conversas difíceis.

Notadamente, 78% dos participantes relataram ter uma melhor visão para encontrar soluções em meio a problemas complexos. 

Se você quer viver e trabalhar com esses benefícios, participe do programa SIY em Curitiba. Não é da região? Deixe sua cidade e vamos te contatar.

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Liderança

O que é disrupção no ambiente de trabalho?

Em um dos nossos artigos anteriores falamos um pouco sobre a disrupção no ambiente de trabalho como o cenário que influencia nas competências da liderança digital. Você já ouviu falar sobre esse termo em algum momento do seu dia a dia?

A palavra disrupção vem sendo utilizada em grande escala no cenário de transformação pelo qual passamos e, muitas vezes, torna-se pesadelo para empresas e lideranças.

Mas afinal, qual é o significado de disrupção?

Disrupção surgiu do processo de mudança tecnológica que impactou tanto as empresas como os consumidores. Podemos falar sobre disrupção quando pensamos em um momento de grande ruptura e modificação do status quo, sabe?

A tecnologia é fator impulsionador da disrupção. Podemos pegar como exemplo de momento de ruptura a vinda dos aplicativos de mensagem instantânea. Há 10 anos atrás nos comunicávamos completamente diferente do que hoje e num futuro próximo, provavelmente, já aparecerão novas ferramentas incríveis a partir de novas tecnologias. Isso é disrupção.

E o que causa a disrupção no ambiente de trabalho?

Nem tudo é sobre tecnologia. No ambiente de trabalho encontramos um forte aliado do cenário de transformação: o fator humano. A capacidade das pessoas em lidar com os novos desafios é também impulsionadora da disrupção.

A mudança de mentalidade também é essencial, ver na disrupção uma oportunidade de crescer e não como um barreira para execução do trabalho.

Algumas consequências da disrupção no ambiente de trabalho

# Mudanças na forma como fazemos o trabalho

Você sente que o trabalho está em constante mudança? As atividades rotineiras possuem novas formas de serem feitas à todo momento. O ideal é manter a cabeça aberta para aprender sempre mais e aceitar novas ideias.

# Surgimento de novas profissões

As novas gerações que estão chegando têm uma nova forma de pensar e novas prioridades. A disrupção mudou a configuração do aprendizado e mudou também as demandas no mercado de trabalho, o que gerou o surgimento das novas profissões.

# Lideranças ultrapassadas

É notável uma frente de líderes em muitas empresas que não estão se adequando a essa nova fase nas organizações. O surgimento de novas ideias, a quebra a rígida hierarquia, a troca de informações, diversidade nas equipes de trabalho, entre outros. Se as lideranças não se adequarem às novas frentes com uma nova postura de trabalho, provavelmente a disrupção não irá se desenvolver dentro da organização.

Percebemos que liderança é um assunto importante quando pensamos em transformações no mundo do trabalho. Nosso próximo artigo abordará um pouco sobre a liderança moonshot. Já ouviu falar? Fique ligado(a)!

 

http://pstreinamentoempresarial.com.br/quais-sao-as-competencias-da-lideranca-na-era-digital/

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Engajamento Produtividade

O que é LMS? Funções básicas e os próximos passos

LMS, ou learning management system, é como denominam-se as plataformas de gestão de aprendizagem.

Esse  sistemas, que possuem um conjunto de funcionalidades focadas em armazenar, distribuir e gerir conteúdos de aprendizagem, de forma progressiva e interativa, permitindo, ainda, acompanhar o desempenho do usuário.

Atualmente, a indústria já movimenta quase um bilhão de dólares e, nos últimos dez anos, as soluções têm se tornado cada vez mais eficazes na união de gerenciamento de dados complexos, frameworks digitais, materiais para treinamento e ferramentas de avaliação.

Quais são as funções básicas de um LMS?

  • Relatórios e análises: permite ver quem está concluindo os cursos e se os usuários estão ou não no caminho certo. É possível monitorar o grupo, além do nível individual.
  • Design responsivo: o que garante que o conteúdo possa ser bem visualizado em vários dispositivos.
  • Interface de usuário intuitiva: não importa quantos recursos impressionantes existam se as pessoas não puderem navegar e usar o sistema com facilidade.
  • Suporte adequado ao cliente: cada fornecedor oferece seu próprio nível de serviço ao cliente.
  • Ferramentas de avaliação de e-learning: são necessárias para determinar se existem lacunas na aprendizagem que exigem intervenção.
  • Recursos de gamificação: recompensas podem ser um grande motivador para aumentar a participação.
  • Suporte para aprendizado social: esse recurso permite que os usuários interajam com seus colegas e compartilhem suas experiências.
  • Localização: suporte multilíngue aos recursos de treinamento para equipes globais.

Os próximos passos

Apesar de ainda muito jovem, o sistema vem se adaptando rapidamente às novas demandas de aprendizagem de um mundo cada vez mais ágil e conectado. Nesse sentido, o que se espera do LMS é maior integração:

  • Entre plataformas de software de colaboração;
  • Com softwares de gestão, como ERP (Sistema integrado de gestão empresarial) e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente);
  • Com armazenamento de dados em nuvem;
  • Com sistemas de software de gestão de talentos;
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Autoconhecimento

Search Inside Yourself: Curso de Inteligência Emocional nascido na Google

Search Inside Yourself: um fruto do Vale do Silício

No Vale do Silício, impulsionado pela tecnologia, os empresários inovadores estão apostando cada vez mais no Mindfulness como ferramenta para dar um boost na performance e desenvolver as habilidades de inteligência emocional necessárias em situações de alto estresse.

Nesse cenário, nasce na Google com base em pesquisas de neurociência, o Instituto de Liderança Search Inside Yourself (SIYLI), que ensina mindfulness como forma de aprimorar a inteligência emocional e o desempenho de líderes e funcionários.

Economia moderna e novas abordagens de liderança

Rich Fernandez, CEO do SIYLI, disse que as mudanças nos locais de trabalho modernos precisam de novas abordagens para a liderança.

“Por um lado, estamos vendo muitos empregos perdidos para automação e, por outro, estamos vendo um crescimento notável na demanda por habilidades de liderança emocional.”.

“Organizações e indivíduos estão vendo os enormes benefícios que o treinamento em atenção plena traz, incluindo maior foco, resiliência e agilidade diante de situações desafiadoras.”.

Search Inside Yourself: nascido e testado na Google

De olho nisso, o Search Inside Yourself foi criado por uma equipe de funcionários da Google em 2007.

Esse programa se mostrou tão popular entre os colaboradores da empresa que desencadeou uma lista de espera de seis meses. Em 2012, o SIYLI foi fundado como uma organização sem fins lucrativos independente, para levar o mindfulness a milhões de pessoas em todo o mundo.

Por isso, o SIYLI, agora, oferece treinamento baseado em neurociência para indivíduos através de programas públicos, bem como dentro das organizações.

Até o momento, o SIY já fez parceria com empresas como:

  • LinkedIn
  • Ford
  • Salesforce
  • Roche
  • Qualcomm
  • Trivago
  • ThyssenKrupp
  • Conta Azul

Participe do SIY em Curitiba

Quer conhecer mais sobre o programa? Acesse a página da próxima turma do curso aberto, que acontece nos dias 23 e 24 de maio.

[button link=”http://bit.ly/2Shgcya” type=”icon” color=”red” newwindow=”yes”] Conheça o programa[/button]

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Autoconhecimento Mindfulness

Novas descobertas sobre meditação e estresse

Novos benefícios da meditação têm sido descobertos diariamente e o ambiente de trabalho está sendo um dos grandes beneficiados. O motivo? Os altos níveis de estresse presentes nesse cenário.

Em especial uma técnica meditativa chamada mindfulness tem se mostrado uma grande aliada quado se trata de estresse. Pode-se traduzir mindfulness como “atenção plena” e seu foco é simples: estar presente no aqui e agora.

Meditação como resposta ao estresse

Uma nova pesquisa publicada na Psychoneuroendocrinology descobriu que os praticantes de meditação a longo prazo têm uma recuperação mais rápida do cortisol do estresse. Os resultados sugerem que a prática de mindfulness pode melhorar a resposta psicofisiológica ao estresse, reduzindo as emoções autoconscientes.

“O estresse é responsável por uma variedade de resultados negativos para a saúde e afeta a qualidade de vida e o bem-estar. Assim, a pesquisa sobre abordagens comportamentais que podem ajudar a atenuar a resposta ao estresse é de extrema importância ”, explicou a autora do estudo Liudmila Gamaiunova, uma candidata a doutorado na Universidade de Lausanne.

Como funcionou o estudo

O estudo comparou 29 praticantes de meditação a longo prazo – pelo menos 3 anos de no mínimo 3 horas na semana – com um grupo de controle de 26 não-praticantes.

Gamaiunova e seus colegas examinaram como os participantes responderam ao Trier Social Stress Test, uma técnica experimental comum para induzir uma resposta ao estresse, na qual os participantes foram solicitados, em pouco tempo, a concluir um discurso de 5 minutos e uma tarefa matemática de 5 minutos na frente de um comitê hostil, uma câmera e um microfone.

“Embora seja cedo para falar sobre evidências conclusivas de efeitos robustos da meditação na fisiologia da resposta ao estresse, este estudo, entre outros, demonstra que a prática contemplativa pode realmente estar relacionada à maneira como nosso corpo lida com ameaças”, disse Gamaiunova PsyPost.

“O estudo mostra que a meditação está relacionada à recuperação fisiológica do estresse e propõe uma explicação apoiada pelos dados: os meditadores são mais propensos a usar uma estratégia de aceitação da regulação da emoção, caracterizada pelo não julgamento e receptividade às nossas experiências.”

Um crescente corpo de pesquisa sugere que a meditação pode ajudar na luta contra o estresse. Por exemplo, um estudo anterior, publicado na Psychiatry Research, descobriu que pacientes com transtorno de ansiedade reduziram as respostas de cortisol ao Teste de Estresse Social Trier após fazer um curso de meditação de atenção plena.

Mas o novo estudo – como todas as pesquisas – inclui algumas limitações

  1. “Primeiro, quando falamos de práticas meditativas, precisamos ter em mente que existem várias abordagens contemplativas que nem sempre funcionam da mesma maneira. Um número crescente de pesquisadores projeta estudos que nos permitem diferenciar os efeitos de diferentes tipos de meditações. Estudos futuros devem nos ajudar a ter uma ideia de quais tipos de práticas contemplativas estão mais relacionados à resposta psicobiológica ao estresse ”, explicou Gamaiunova.
  2. “Segundo, a resposta ao estresse é bastante complexa: para entender como a prática de mindfulness afeta nossa fisiologia, precisamos investigar a dinâmica complexa da resposta ao estresse: estamos ficando estressados ​​já antecipando algo desagradável? Quanto tempo continuamos estressados ​​após o perigo acabar? A prática da meditação pode afetar algumas ou todas as fases de nossa resposta ao estresse. ”
  3. “Terceiro, precisamos entender os mecanismos psicológicos subjacentes aos efeitos benéficos do treinamento contemplativo em nosso corpo. Os meditadores aprendem a avaliar os estressores de maneira diferente? Eles experimentam as mesmas emoções passando por estresse? Como a meditação está relacionada à regulação emocional? Essas questões são muito importantes para a nossa compreensão do que torna as abordagens contemplativas eficazes ”, acrescentou Gamaiunova.

“E, é claro, precisamos de mais pesquisas sobre intervenções mais curtas, pois nem todo mundo é capaz de dedicar milhares de horas à prática meditativa.”

O estudo, “Exploração de mecanismos psicológicos da resposta ao estresse reduzida em praticantes de meditação a longo prazo”, foi de autoria de Liudmila Gamaiunova, Pierre-Yves Brandt, Guido Bondolfi e Matthias Kliegel.

Este artigo foi traduzido e adaptado do site PsyPost, escrito originalmente por ERIC W. DOLAN, em 13 de abril de 2019.

Fique atento ao nosso próximo artigo para saber mais!

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Liderança

Quais são as competências da liderança na era digital?

Antes de falarmos sobre liderança na era digital, vamos entender do que se trata e quando começou esse cenário de transformação de que tanto estão falando.

Foi em meados do século XX que a transformação digital deu os seus primeiros passos. Hoje, alguns anos depois, a era digital impacta praticamente todas as organizações e vidas das pessoas que conhecemos.

Ok, vamos deixar isso um pouco mais perto da nossa realidade. Pare e pense sobre os fluxos de informação que acontecem no ambiente de trabalho e na sua vida particular. Como você se comunica com a sua equipe e com a sua família? A tecnologia faz parte desse processo? Provavelmente você deve encontrar processos digitais em alguns momentos do seu dia e isso reflete diretamente na forma em como nós atuamos e nas habilidades que serão desenvolvidas daqui para a frente.

A Era Digital e o Mundo do Trabalho: ansiedade e disrupção

Insegurança sobre o futuro do trabalho. Acreditamos que isso resuma muito sobre como nos sentimos ao pensar na era digital no cenário do mundo do trabalho. De um lado, inovação aliada a um amplo leque de novas possibilidade de negócio e, de outro, os medos e ansiedades que são gerados ao pensarmos no fator humano.

A era digital (ou transformação digital) modificou e segue modificando a estrutura dos negócios, o nosso dia a dia, a forma como nos comunicamos, trabalhamos e tomamos decisões. Isso se chama disrupção e é nesse cenário que falar sobre a importância de uma liderança digital se torna algo importante.

Afinal, quais são as competências de um líder digital?

É importante que as lideranças das organizações estejam atentas ao que a transformação digital exige de suas equipes e de si mesmos. Sabemos que, muitas vezes, se torna um pouco difícil desprender-se de certo paradigmas e metodologias que já eram seguidas há tanto tempo e que, de certa forma, se mostravam eficientes.

Agora que já entendemos um pouco desse cenário. Seguem algumas dicas do que qualificamos como habilidades mais importantes para líderes que querem estar atualizados ao momento atual:

#1 Não se prender a automatismos.

Rotina corrida e agenda lotada. Sabemos que essa é a realidade do dia a dia de lideranças e ligar o piloto automático para algumas atividades se torna, muitas vezes, um apoio na rotina. No entanto, em alguns momento isso pode gerar decisões tomadas sem consciência, sem contar que, no piloto automático, não conseguimos conversar (principalmente ouvir) de forma ativa, podendo ignorar ou responder inadequadamente colegas e colaboradores. Diminua a centralização, quando possível, avalie reuniões – que às vezes podem ser e-mails -, e pare para respirar antes de iniciar a próxima tarefa.

#2 Olhar sempre para o futuro.

Não há como falar sobre transformação digital, tecnologia e não impor um posicionamento que reflita para o futuro. O líder digital deve voltar-se para decisões pensadas sempre à frente.

#3 Desenvolver o autoconhecimento.

Esse é o fator mais importante para a liderança digital. As lideranças precisam conhecer a si mesmas para poder encarar o desafio de liderar pessoas e equipes. Entender as próprias necessidades e anseios, melhora a relação para consigo e para com o outro. A inteligência emocional se torna decisiva na era da transformação digital.

#4 Saber gerenciar as ansiedades e medos, tanto as próprias como da equipe.

É a partir do autoconhecimento, então, que as lideranças poderão conseguir gerenciar e refletir sobre o sentimento de quem está ao seu lado. Como já falamos, ansiedades e medos fazem parte da era digital e é importante que o líder saiba fazer esse gerenciamento para que proporcione uma melhor qualidade de vida e de trabalho para todos em sua equipe. Expandir a empatia na sua organização é algo importante nesse momento.

#5 Atentar-se para as novidades que as novas gerações trazem para o ambiente de trabalho.

As novas gerações aprenderam a desenvolver suas habilidades das mais variadas formas. Cresceram aliados às novas tecnologias e possuem uma mentalidade, muitas vezes, mais aberta a um cenário de mudanças. É importante que o líder digital fique atento e absorva as novidades que colaboradores jovens podem trazer para o ambiente de trabalho. Ensinar e também aprender, isso é o que faz a diferença para lideranças que querem adaptar-se aos novos tempos.

Quer saber mais sobre liderança digital? Fique atento aos nossos próximos conteúdos.

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Engajamento

Motivação no trabalho: 4 dicas para diminuir o turnover

Em nosso último artigo, Engajamento no trabalho: 3 motivos de desmotivação, comentamos o cenário que tem dado dor de cabeça para o RH, para o líder e para a empresa: baixos níveis de motivação no trabalho e altos níveis de turnover.

Como aumentar a motivação no trabalho?

Mas a boa notícia é que tem como melhorar esses números dentro da sua empresa à partir de hoje, com algumas ações que iremos destacar abaixo. Elas são a resposta para cada um dos motivos de baixa motivação no trabalho destacados no artigo anterior.

A resposta para os problemas relacionais

Os conflitos são gerados e evitados pelo mesmo motivo: falta de segurança psicológica. É o medo de ser julgado, de ser humilhado, de magoar alguém.

Por isso, é necessário criar um ambiente de confiança dentro do time. Para que, dessa forma, todos possam caminhar em uma jornada mais leve e equilibrada em direção à inovação.

Mas como fazer isso?

#1 Construa confiança

O feedback é uma estratégia importante de construção de confiança. Afinal, requer exposição, empatia, autoconhecimento e maturidade.

Criar um ambiente de confiança também prevê diminuir a competição, apoiar a resolução de problemas em conjunto e, principalmente, promover a co-criação.

Criar um ambiente de confiança é sinônimo de humanizar as relações:

  • Um lugar que seja possível errar sem ser massacrado ou humilhado, desde que esteja comprometido com o acerto.
  • Um ambiente que permita que o líder também erre e não possua todas as resposta sempre.
  • Um ecossistema no qual as emoções pessoais sejam entendidas, e não rejeitadas.

#2 Aceite a vulnerabilidade

Na prática, a vulnerabilidade significa a disposição de se expor, de se expressar de uma forma autêntica e franca, de correr riscos e realizar tarefas sem a garantia de um resultado.

Consequentemente, de colher os aprendizados e soluções mais inovadoras geradas a partir dessa atitude genuína.

Entenda mais sobre O poder da vulnerabilidade e reconheça o Poder da Coragem com Brené Brown. 

#3 Incentive a empatia

Nós vivemos em uma realidade totalmente baseada em nossas próprias experiências e em nossos próprios sentimentos. Nesse sentido, ter empatia é ser capaz se colocar na perspectiva da outra pessoa, compreendendo suas emoções e sua realidade.

A habilidade de se comunicar e entender as emoções uns dos outros é o segredo para manter boas relações e serve tanto para a melhora da comunicação quanto para a criação de soluções.

#4 Que os conflitos sejam produtivos

Para contornar essa situação, é necessário promover a comunicação entre as diferentes equipes, para que se conheçam melhor e possam criar confiança, amenizar a competição e promover a empatia.

Apresentar projetos para diferentes áreas e conviver com líderes do outro setor são atitudes simples que evitam sofrimento e resultam na ampliação da visão sistêmica e na criação de soluções conjuntas e inovadoras.

A resposta para uma liderança despreparada

Warren Bennis, consultor organizacional e um dos pioneiros nos estudos de liderança, acredita que

“o mito mais perigoso é o de que há um fator genético na liderança e que as pessoas simplesmente possuem ou não determinadas qualidades […]. Na verdade, acontece o oposto. Os líderes são feitos, em vez de nascerem líderes” (BENNIS, 2010).

Ou seja, o desenvolvimento da liderança é um processo acessível, porém longo e requer autoconhecimento, disciplina e desenvolvimento de novos hábitos e competências. Mas todo processo começa igual: do começo. E o começo, neste caso, é a humildade.

Conexões genuínas e liderança

Autocracia, tecnicismo e hierarquização, provavelmente não são as características de um líder influente. Pode até conseguir resultados, mas tende a não construir uma equipe satisfeita e engajada.

Os grandes líderes têm algo em comum: sabem reconhecer suas próprias fraquezas e, por isso, são mais compreensivos com aqueles ao seu redor.

Para torna-se um líder empático, é necessário começar com um esforço consciente para se colocar no lugar de quem está em volta. Rasgue rótulos, deixe os achismos de lado e busque a individualidade e humanidade do outro. Criando uma conexão genuína, expandimos nossa capacidade de compreensão e até mesmo melhoramos a resolução de problemas.

Veja um exemplo:

Marcelo trabalha há oito anos na mesma empresa e, por conta de sua experiência, é promovido. Agora, ele tem o dever de orientar um novo colaborador, João. Acostumado a realizar seu antigo trabalho com agilidade e rapidez, Marcelo se irrita com a as perguntas e interrupções constantes de João, tirando dúvidas sobre coisas que parecem óbvias.

Mas, por um momento, Marcelo se lembra que anos atrás chegou na empresa sem saber nada, e que aprendeu tudo graças à boa vontade de outro colega. Essa percepção renova sua paciência e faz com que ele passe a dar mais atenção para ensinar o jovem e repetir uma atitude que lhe fez bem no passado.

A resposta para a falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional

É um grande mito dizer que as pessoas devem separar o pessoal do profissional. Somos todos humanos, no final das contas. Quando há problemas na nossa vida pessoal, isso inevitavelmente vai impactar nossa performance.

No entanto, há formas de lidar com isso. O importante é estar atento às dificuldades dos colaboradores e, geralmente, pequenos gestos já fazem toda a diferença.

Mas como identificar isso?

Portas abertas para feedbacks espontâneos, sem necessidade de esperar pela próxima reunião estruturada. Além de um simples “está tudo bem?”, que já pode fazer toda diferença.

À partir disso, é possível investir em benefícios, gerais e personalizados. Que podem envolver desde um PQT (Programa de Qualidade no Trabalho), até o ajuste de metas e horários de um colaborador que acaba de ter um filho.

Próximos passos para motivação no trabalho

Esses são apenas alguns caminhos para as situações mais comuns que mapeamos para aumentar a motivação no trabalho. Mas a verdade é que a comunicação é uma transversal para aumentar o engajamento. Manter as portas abertas, entender o que o colaborador espera, ouvir os seus desafios e entender como a empresa pode apoiá-lo para benefícios mútuos é uma etapa essencial.

Quer entender como uma jornada de aprendizagem pode te ajudar a desenvolver essa cultura? Fale com a gente!

 

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Engajamento Liderança

Engajamento no trabalho: 3 motivos de desmotivação

De acordo com uma pesquisa da Gallup de 2018, o engajamento no trabalho está aumentando, mas continua sendo um dos maiores problemas para o RH, para o líder e para a empresa como um todo.

Cerca de 53% dos colaboradores se dizem satisfeitos de maneira geral, mas não se sentem emocionalmente e cognitivamente conectados com o trabalho. E sabe quanto tem custado essa falta de engajamento no trabalho para a empresa? Cerca de R$ 3.500 a mais por ano por colaborador.

No final de 2019, perguntamos aos nossos clientes qual o principal desafio para os próximos anos e encontramos um assunto em comum em todas as respostas: engajamento e retenção. Você também tem esse desafio?

Quais os motivos do baixo engajamento no trabalho?

Depois de refletir sobre o cenário que envolve essa questão, começamos a explorar os motivos. E chegamos na conclusão de que 3 itens têm grande influência no desengajamento dos colaboradores:

#1 Problemas relacionais

Uma grande fonte de sofrimento nas empresas remete aos conflitos gerados entre diferentes áreas por falta de alinhamento e colaboração.

A questão é que os conflitos, em si, não são problemas. Eles estão listados, inclusive, como uma das qualidades do livro 5 Desafios das Equipes, de Patrick Lencioni. Da mesma forma, o medo do conflito é listado como uma das cinco disfunções.

As equipes que evitam o conflito geralmente o fazem porque seus integrantes têm medo de magoar uns aos outros. O problema é que a falta do debate aberto costuma alimentar uma tensão perigosa, fazendo com que as pessoas passem a recorrer a ataques pessoais pelas costas, o que é muito mais prejudicial do que qualquer discussão focada em um problema específico.

#2 Lideranças despreparadas

A verdade é que muitos colaboradores não se demitem das empresas e sim de seus gestores. E isso acontece porque, muitas vezes, alguém de alta competência técnica assume uma posição de liderança, mas sem o preparo comportamental que esse cargo exige.

Veja só um dos relatos da pesquisa que fizemos:

“É essencial que os líderes conheçam melhor o comportamento dos profissionais, no entanto, ainda estão muito vinculados ao trabalho técnico e ao resultados. Eles têm dificuldades de dar feedback, não tem cuidado e nem preparo para exprimir as informações necessárias dos colaboradores”.”

#3 Falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional

O Brasil é o país mais ansioso e estressado do mundo. São mais de 18 milhões de brasileiros diagnosticados com esses transtornos de acordo com a OMS. Isso se dá muito pela realidade que estamos vivendo: volátil, incerta, complexa e ambígua.

Além da correria diária, há desafios específicos de trabalho e pessoais que aumentam ainda mais nosso nível de estresse e ansiedade. Por exemplo, o lançamento de um novo produto ou serviço, uma importante reunião anual pela qual você está responsável, ou um filho doente em casa.

A questão é que tem faltado empatia dentro das empresas. Empatia para entender que um pai com uma criança recém nascida vai precisar sair mais cedo, ou chegar atrasado. E até mesmo perder performance durante alguns períodos. Empatia para entender que com um problema pessoal, não é possível exigir o mesmo foco e resultado de um colaborador.

Como aumentar o engajamento no trabalho?

Cada um dos itens comentados, combinados, tem gerado altas taxas de desengajamento e turnover dentro das empresas. Mas a boa notícia é que para cada problema existe uma solução! Então veja em nosso próximo artigo sobre o tema, onde listamos dicas práticas para cada um dos tópicos acima.

Motivação no trabalho: 4 dicas para diminuir o turnover

A maisPS tem soluções para apoiar você e seu time na busca por mais engajamento e na construção de resultados, conheça nosso Team Building Online – Equipes Coesas

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Autoconhecimento Mindfulness

5 Benefícios da Atenção Plena na sua vida profissional

Se você está lendo este artigo, garanto que já deve ter ouvido falar sobre Mindfulness. Essa capacidade tem despertado a curiosidade de muitas pessoas e, não por menos, os benefícios da Atenção Plena têm se tornado alvo de muitas pesquisas científicas.

Embora muitos digam que Mindfulness é a nova moda, temporária, do mundo do bem-estar, não estamos falando de algo recente: suas origens se remetem ao final do século VII a.C.

Quer saber como a Atenção Plena tem melhorado a qualidade de vida das pessoas ao longo dos séculos e pode afetar diretamente a sua carreira hoje? Vamos te contar 5 benefícios da Atenção Plena que podem mudar sua forma de trabalhar e levar a vida.

Para começar…

Por que Mindfulness é importante para você?

O objetivo central do Mindfulness, ou Atenção Plena, é prestar atenção ao que está acontecendo no momento presente, na mente, no corpo e no ambiente externo, com uma atitude de curiosidade e gentileza.

A ciência é nossa aliada

Para provar quais são os benefícios da Atenção Plena, a neurociência e a psicologia têm investigado as implicações dessa prática. Resultados de pesquisas realizadas em centenas de universidades renomadas ao redor do mundo indicam a influência do Mindfulness na capacidade de reduzir o estresse, melhorar o sono, diminuir a ansiedade, aprender mais e melhor, entre muitos outros.

Separamos alguns dos principais benefícios da Atenção Plena comprovados cientificamente para que você fique por dentro.

#1 Diminuir a ansiedade e estresse

O estilo de vida das sociedades ocidentais que estamos acostumados podem aumentar os níveis de estresse, causando problemas psicológicos, como depressão e ansiedade. Mediante à esse cenário, a meditação e a Atenção Plena se apresentam como redutoras dos níveis de cortisol, um hormônio que é liberado em resposta ao estresse.

Sabemos que o cortisol é necessário para o corpo, pois regula e mobiliza energia em situações estressantes. Entretanto, se possuímos aumentos agudos em situações que não precisamos, os efeitos colaterais se tornam visíveis. A prática da Atenção Plena promove um estado de calma e serenidade que diminui  os níveis de cortisol, causando também diminuição da pressão arterial.

#2 Sair do “mundo da lua”

No artigo “O que é Mindfulness” trouxemos um exemplo de quando as pessoas parecem estar no “mundo da lua” em momentos importantes, como reuniões ou ligações.

Um estudo realizado na Universidade de Harvard, provou que as pessoas passam, em média, 46% do tempo  acordadas perdidas em pensamentos soltos.

Já imaginou ter passado metade do seu dia “no mundo da lua”? O problema mais grave está no fato de que, segundo a pesquisa, a maioria dessas ideias que divagam na nossa mente tende a deixar os indivíduos infelizes.

Nesse sentido, desenvolver a Atenção Plena significa manter o foco naquilo que é importante, gerando mais produtividade e felicidade para o seu dia.

“A meditação ajuda na recuperação mais rápida de um episódio de estresse e aguça nosso foco”. Daniel Goleman.

#3 Dormindo melhor

Holly Roy, autora de um estudo sobre Mindfulness da Universidade de Utah, conta que praticantes de Mindfulness apresentam um melhor controle sobre emoções e comportamentos durante o dia. E, durante à noite, mostram um nível baixo de ativação do cortisol, o que as ajuda a dormir melhor.

Não por menos, a qualidade do sono é um dos principais benefícios da Atenção Plena.

#4 Mais criatividade

Que a meditação ajuda a acalmar a mente você já sabe. Agora, um ponto importante é lembrar que uma mente calma possui mais espaço para gerar novas ideias.

É justamente por isso que praticantes habituais de Mindfulness tendem a ser mais criativos, não apenas para atividades do dia a dia, mas também aumentando a criatividade para resolver problemas complexos no mundo do trabalho ou na sua vida pessoal.

#5 Melhorando a concentração e a produtividade

Você já se deparou com situações em que a ansiedade toma conta e você não consegue gerir as atividades do seu dia a dia? E, ao final do expediente, acaba com uma sensação de insatisfação e improdutividade, mesmo depois de uma agenda intensa?

Pois é… Em um mundo com tantas exigências e uma rotina acelerada, muitas vezes não sabemos como reagir e perdemos tempo com a mente divagando. Porém, praticar a meditação pode trazer melhoras significativas justamente na sua concentração e produtividade, porque ajuda a acalmar a mente potencializando o foco naquilo que é importante.

EXTRA: em seu último relatório, o Instituto de Liderança Search Inside Yourself – nascido na Google – destacou que por meio de práticas de atenção plena, os participantes notaram um aumento de 78% em suas capacidades de gerenciar o estresse, apresentando reduções de cerca de 30% neste sintoma.

Colocando em prática

Se você ainda fica desconfiado quando ouve a palavra meditação, temos algo para te dizer: não é necessário horas de dedicação diária.

Uma prática de 1 minuto pode fazer toda a diferença e ser o início do seu processo de desenvolvimento da Atenção Plena. Pensando nisso, preparamos um vídeo para ser seu guia nessa jornada. Assista, clicando  aqui.

Quer ficar por dentro de todas as novidades sobre Mindfulness? Veja nosso próximo artigo.

http://pstreinamentoempresarial.com.br/4-fatores-pouco-conhecidos-sobre-meditacao/

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O que é Mindfulness?

Mindfulness, em poucas palavras, significa a capacidade de gerenciar nossa atenção de forma a focá-la no momento presente. Pareceu complexo? Vamos ver um exemplo para entender melhor o que é Mindfulness.

Durante uma conversa pelo telefone ou em uma reunião, você se dá conta que a pessoa à sua frente está um pouco distraída: o famoso de corpo presente. E, na verdade, ela está pensando na lista do supermercado, na reunião da escola, ou na viagem de férias que está chegando em breve… 

Já aconteceu com você?

De fato, nossa mente é cheia de distrações. Mas em algumas situações, acaba sendo bastante desagradável. Além disso, a falta de atenção em momentos importantes pode gerar problemas como falta de produtividade.

E o que isso tem a ver com Mindfulness? 

Se formos traduzir o que é Mindfulness, o mais próximo seria “Atenção Plena”. Ou seja, a capacidade de gerenciar nossa atenção colocando foco no que realmente é importante. No caso citado acima, uma reunião ou um telefonema. 

Trata-se da habilidade de direcionar o foco ao momento presente, com uma atitude de abertura e curiosidade, mesmo que o assunto não pareça tão importante ou interessante.

Um movimento bastante recente impulsionado por pessoas ou organizações em torno desse conceito se deve ao fato de que pesquisas concluíram em provas científicas dos efeitos positivos dessa habilidade mental, tais como:

  • Prevenção de depressão;
  • Modificação dos padrões cerebrais responsável pela ansiedade e pelo estresse;
  • Gestão do tempo;
  • Melhoria nas relações interpessoais;
  • Muitos outros… 

Quer saber mais sobre os benefícios dessa capacidade? Entenda os benefícios do mindfulness em nosso próximo artigo. 

http://pstreinamentoempresarial.com.br/5-beneficios-da-atencao-plena-na-sua-vida-profissional/

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Planejamento 2020: 5 atitudes para começar diferente

Mais um ano chega ao fim e, em um piscar de olhos, outro irá começar. No meio dessa transição acontece um fenômeno de estabelecimento de metas e objetivos para o futuro. É hora de começar o planejamento!

Antes de mais nada, planejar é uma forma de dar um respiro para o início de um novo ciclo: uma página em branco, uma nova oportunidade de recomeçar. No entanto, com tantas possibilidades, em um mundo cada vez mais acelerado, nós viemos para trazer uma nova perspectiva e, quem sabe, contribuir para esse momento recheado de reflexões.

Se você é apaixonad@ por checklists, dá uma olhada nas cinco dicas e práticas que separamos para um planejamento mais sustentável.

Vamos lá?

Checklist consciente

Comece por exercitar uma retrospectiva do ano que passou. Você se lembra das metas do fim de 2018? Mesmo que não tenham sido, literalmente, escritas no papel, faça uma retrospectiva. Depois disso, reflita:

Quais pensamentos marcaram o último ano? Quais sentimentos surgiram? Quais objetivos se concretizaram? Quais as principais tomadas de decisão na vida pessoal e profissional? Esse exercício de autoconsciência será o primeiro passo para reconhecer seu próprio status interno e ajudará na tomada de decisões para o próximo ano. 

Na sequência, experimente colocar na sua lista de desejos pequeno hábitos que podem fazer uma mudança na sua vida a longo prazo, Que tal incluir no seu planejamento a prática da respiração consciente todos os dias? Veja como fazer por meio de uma atividade que só dura 1 minuto do seu dia.

A tecnologia a nosso favor

Podemos até cogitar que o mundo era mais fácil quando não havia mensagens do escritório no whatsapp pessoal aos domingos; ou quando passávamos mais tempo com nossos amigos do que nas redes sociais. Sem dúvida, sabemos que a transformação digital traz muitos paradigmas, no entanto, podemos reverter o jogo e utilizar tantos recursos a nosso favor. 

Nesse sentido, recomendamos testar alguns hábitos que podem dar um boost na sua vida. Que tal substituir sua playlist de músicas por um podcast de seu interesse? Aproveite o tempo no trânsito, por exemplo, para aprender algo novo. No trabalho, busque aplicativos e programas que podem auxiliar a sua vida. Veja alguns gratuitos que utilizamos por aqui.

  • Aprimorar a gestão da equipe ou realizar seu planejamento: Trello 
  • Se destacar na reunião com atividades interativas: Mentimenter
  • Fazer apresentações bonitas sem ser designer: Canva
  • Ficar por dentro dos eventos da cidade: Eventbrite e Meetup

 Produtividade é sobre despriorizar

Você já teve a sensação de chegar na metade do ano e sentir que nada mudou? Que o tempo passou rápido demais e que você não concretizou nenhum ponto do seu planejamento? Geralmente queremos fazer muitas coisas para nos sentirmos produtivos, quando na verdade a produtividade é sobre despriorizar

Com o tanto de demandas que nós temos hoje, a priorização virou quase impraticável… é tudo urgente e tudo importante.

Por isso, a sacada aqui é fazer o inverso, despriorizando algumas coisas. Por exemplo, ao terminar a sua lista de metas para 2020, que tal escolher apenas três itens que farão a diferença na sua vida? E estabelecer um compromisso real com elas dentro deu planejamento?

Vamos falar de impacto?

Somos seres sociais, desde uma ajuda para trocar um pneu até um socorrista que salva nossas vidas, somamos forças uns com os outros, mas muitas vezes negligenciamos isso. No mundo corporativo, por exemplo, é muito comum uma atitude individualista ou até mesmo situações em que não enxergamos o impacto do nosso trabalho. Isso acontece pela nossa dificuldade de perspectiva.

Vamos olhar para um exemplo que engloba essas duas coisas: a importância das conexões e a visão sistêmica.

João quer mudar de carreira. Uma de suas opções é deixar o emprego atual e sair distribuindo currículos de porta em porta. Mas e se, ao invés de dizer adeus e sair para a ação, ele começasse por atualizar seu perfil no LinkedIn? E, diariamente, buscasse novas conexões. Aí, depois de pegar algumas dicas com recrutadores, decidisse ser inscrever em um curso numa nova área de interesse que vai significar um diferencial?

Todos esses fatores, somados, ajudam na construção de um perfil profissional mais interessante, aumentando a chance de João conseguir uma boa oportunidade. E isso só foi possível por sua visão sistêmica e pelas conexões realizadas.

O aprendizado como prioridade no planejamento

Há uma frase do Paulo Freire que diz o seguinte: “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Sabemos bem que atualmente, sem o lifelong learning, um profissional dificilmente se mantém nas organizações. Pensando nisso, recomendamos que você inclua no seu planejamento para 2020 o aprendizado contínuo como uma das suas prioridades.

Não precisa necessariamente começar uma nova universidade ou pós graduação. Você pode encontrar formas de aprender ao seu redor. Seja por um podcast, cursos pontuais, workshops ou eventos que acontecem na cidade, até mesmo documentários da Netflix. Não deixe de dedicar um investimento em você e também nas pessoas ao seu redor.

No seu trabalho, incentive a promoção do aprendizado em equipe. Se precisar de alguma ajuda nesse quesito, é só contar com a gente!

Comenta aí quais suas metas para o próximo ano, como pretende se planejar e quais são os meios de aprender você mais gosta.

Vamos começar 2020 de uma maneira diferente?