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Liderança

Quais são as competências da liderança na era digital?

Antes de falarmos sobre liderança na era digital, vamos entender do que se trata e quando começou esse cenário de transformação de que tanto estão falando.

Foi em meados do século XX que a transformação digital deu os seus primeiros passos. Hoje, alguns anos depois, a era digital impacta praticamente todas as organizações e vidas das pessoas que conhecemos.

Ok, vamos deixar isso um pouco mais perto da nossa realidade. Pare e pense sobre os fluxos de informação que acontecem no ambiente de trabalho e na sua vida particular. Como você se comunica com a sua equipe e com a sua família? A tecnologia faz parte desse processo? Provavelmente você deve encontrar processos digitais em alguns momentos do seu dia e isso reflete diretamente na forma em como nós atuamos e nas habilidades que serão desenvolvidas daqui para a frente.

A Era Digital e o Mundo do Trabalho: ansiedade e disrupção

Insegurança sobre o futuro do trabalho. Acreditamos que isso resuma muito sobre como nos sentimos ao pensar na era digital no cenário do mundo do trabalho. De um lado, inovação aliada a um amplo leque de novas possibilidade de negócio e, de outro, os medos e ansiedades que são gerados ao pensarmos no fator humano.

A era digital (ou transformação digital) modificou e segue modificando a estrutura dos negócios, o nosso dia a dia, a forma como nos comunicamos, trabalhamos e tomamos decisões. Isso se chama disrupção e é nesse cenário que falar sobre a importância de uma liderança digital se torna algo importante.

Afinal, quais são as competências de um líder digital?

É importante que as lideranças das organizações estejam atentas ao que a transformação digital exige de suas equipes e de si mesmos. Sabemos que, muitas vezes, se torna um pouco difícil desprender-se de certo paradigmas e metodologias que já eram seguidas há tanto tempo e que, de certa forma, se mostravam eficientes.

Agora que já entendemos um pouco desse cenário. Seguem algumas dicas do que qualificamos como habilidades mais importantes para líderes que querem estar atualizados ao momento atual:

#1 Não se prender a automatismos.

Rotina corrida e agenda lotada. Sabemos que essa é a realidade do dia a dia de lideranças e ligar o piloto automático para algumas atividades se torna, muitas vezes, um apoio na rotina. No entanto, em alguns momento isso pode gerar decisões tomadas sem consciência, sem contar que, no piloto automático, não conseguimos conversar (principalmente ouvir) de forma ativa, podendo ignorar ou responder inadequadamente colegas e colaboradores. Diminua a centralização, quando possível, avalie reuniões – que às vezes podem ser e-mails -, e pare para respirar antes de iniciar a próxima tarefa.

#2 Olhar sempre para o futuro.

Não há como falar sobre transformação digital, tecnologia e não impor um posicionamento que reflita para o futuro. O líder digital deve voltar-se para decisões pensadas sempre à frente.

#3 Desenvolver o autoconhecimento.

Esse é o fator mais importante para a liderança digital. As lideranças precisam conhecer a si mesmas para poder encarar o desafio de liderar pessoas e equipes. Entender as próprias necessidades e anseios, melhora a relação para consigo e para com o outro. A inteligência emocional se torna decisiva na era da transformação digital.

#4 Saber gerenciar as ansiedades e medos, tanto as próprias como da equipe.

É a partir do autoconhecimento, então, que as lideranças poderão conseguir gerenciar e refletir sobre o sentimento de quem está ao seu lado. Como já falamos, ansiedades e medos fazem parte da era digital e é importante que o líder saiba fazer esse gerenciamento para que proporcione uma melhor qualidade de vida e de trabalho para todos em sua equipe. Expandir a empatia na sua organização é algo importante nesse momento.

#5 Atentar-se para as novidades que as novas gerações trazem para o ambiente de trabalho.

As novas gerações aprenderam a desenvolver suas habilidades das mais variadas formas. Cresceram aliados às novas tecnologias e possuem uma mentalidade, muitas vezes, mais aberta a um cenário de mudanças. É importante que o líder digital fique atento e absorva as novidades que colaboradores jovens podem trazer para o ambiente de trabalho. Ensinar e também aprender, isso é o que faz a diferença para lideranças que querem adaptar-se aos novos tempos.

Quer saber mais sobre liderança digital? Fique atento aos nossos próximos conteúdos.

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Engajamento

Motivação no trabalho: 4 dicas para diminuir o turnover

Em nosso último artigo, Engajamento no trabalho: 3 motivos de desmotivação, comentamos o cenário que tem dado dor de cabeça para o RH, para o líder e para a empresa: baixos níveis de motivação no trabalho e altos níveis de turnover.

Como aumentar a motivação no trabalho?

Mas a boa notícia é que tem como melhorar esses números dentro da sua empresa à partir de hoje, com algumas ações que iremos destacar abaixo. Elas são a resposta para cada um dos motivos de baixa motivação no trabalho destacados no artigo anterior.

A resposta para os problemas relacionais

Os conflitos são gerados e evitados pelo mesmo motivo: falta de segurança psicológica. É o medo de ser julgado, de ser humilhado, de magoar alguém.

Por isso, é necessário criar um ambiente de confiança dentro do time. Para que, dessa forma, todos possam caminhar em uma jornada mais leve e equilibrada em direção à inovação.

Mas como fazer isso?

#1 Construa confiança

O feedback é uma estratégia importante de construção de confiança. Afinal, requer exposição, empatia, autoconhecimento e maturidade.

Criar um ambiente de confiança também prevê diminuir a competição, apoiar a resolução de problemas em conjunto e, principalmente, promover a co-criação.

Criar um ambiente de confiança é sinônimo de humanizar as relações:

  • Um lugar que seja possível errar sem ser massacrado ou humilhado, desde que esteja comprometido com o acerto.
  • Um ambiente que permita que o líder também erre e não possua todas as resposta sempre.
  • Um ecossistema no qual as emoções pessoais sejam entendidas, e não rejeitadas.

#2 Aceite a vulnerabilidade

Na prática, a vulnerabilidade significa a disposição de se expor, de se expressar de uma forma autêntica e franca, de correr riscos e realizar tarefas sem a garantia de um resultado.

Consequentemente, de colher os aprendizados e soluções mais inovadoras geradas a partir dessa atitude genuína.

Entenda mais sobre O poder da vulnerabilidade e reconheça o Poder da Coragem com Brené Brown. 

#3 Incentive a empatia

Nós vivemos em uma realidade totalmente baseada em nossas próprias experiências e em nossos próprios sentimentos. Nesse sentido, ter empatia é ser capaz se colocar na perspectiva da outra pessoa, compreendendo suas emoções e sua realidade.

A habilidade de se comunicar e entender as emoções uns dos outros é o segredo para manter boas relações e serve tanto para a melhora da comunicação quanto para a criação de soluções.

#4 Que os conflitos sejam produtivos

Para contornar essa situação, é necessário promover a comunicação entre as diferentes equipes, para que se conheçam melhor e possam criar confiança, amenizar a competição e promover a empatia.

Apresentar projetos para diferentes áreas e conviver com líderes do outro setor são atitudes simples que evitam sofrimento e resultam na ampliação da visão sistêmica e na criação de soluções conjuntas e inovadoras.

A resposta para uma liderança despreparada

Warren Bennis, consultor organizacional e um dos pioneiros nos estudos de liderança, acredita que

“o mito mais perigoso é o de que há um fator genético na liderança e que as pessoas simplesmente possuem ou não determinadas qualidades […]. Na verdade, acontece o oposto. Os líderes são feitos, em vez de nascerem líderes” (BENNIS, 2010).

Ou seja, o desenvolvimento da liderança é um processo acessível, porém longo e requer autoconhecimento, disciplina e desenvolvimento de novos hábitos e competências. Mas todo processo começa igual: do começo. E o começo, neste caso, é a humildade.

Conexões genuínas e liderança

Autocracia, tecnicismo e hierarquização, provavelmente não são as características de um líder influente. Pode até conseguir resultados, mas tende a não construir uma equipe satisfeita e engajada.

Os grandes líderes têm algo em comum: sabem reconhecer suas próprias fraquezas e, por isso, são mais compreensivos com aqueles ao seu redor.

Para torna-se um líder empático, é necessário começar com um esforço consciente para se colocar no lugar de quem está em volta. Rasgue rótulos, deixe os achismos de lado e busque a individualidade e humanidade do outro. Criando uma conexão genuína, expandimos nossa capacidade de compreensão e até mesmo melhoramos a resolução de problemas.

Veja um exemplo:

Marcelo trabalha há oito anos na mesma empresa e, por conta de sua experiência, é promovido. Agora, ele tem o dever de orientar um novo colaborador, João. Acostumado a realizar seu antigo trabalho com agilidade e rapidez, Marcelo se irrita com a as perguntas e interrupções constantes de João, tirando dúvidas sobre coisas que parecem óbvias.

Mas, por um momento, Marcelo se lembra que anos atrás chegou na empresa sem saber nada, e que aprendeu tudo graças à boa vontade de outro colega. Essa percepção renova sua paciência e faz com que ele passe a dar mais atenção para ensinar o jovem e repetir uma atitude que lhe fez bem no passado.

A resposta para a falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional

É um grande mito dizer que as pessoas devem separar o pessoal do profissional. Somos todos humanos, no final das contas. Quando há problemas na nossa vida pessoal, isso inevitavelmente vai impactar nossa performance.

No entanto, há formas de lidar com isso. O importante é estar atento às dificuldades dos colaboradores e, geralmente, pequenos gestos já fazem toda a diferença.

Mas como identificar isso?

Portas abertas para feedbacks espontâneos, sem necessidade de esperar pela próxima reunião estruturada. Além de um simples “está tudo bem?”, que já pode fazer toda diferença.

À partir disso, é possível investir em benefícios, gerais e personalizados. Que podem envolver desde um PQT (Programa de Qualidade no Trabalho), até o ajuste de metas e horários de um colaborador que acaba de ter um filho.

Próximos passos para motivação no trabalho

Esses são apenas alguns caminhos para as situações mais comuns que mapeamos para aumentar a motivação no trabalho. Mas a verdade é que a comunicação é uma transversal para aumentar o engajamento. Manter as portas abertas, entender o que o colaborador espera, ouvir os seus desafios e entender como a empresa pode apoiá-lo para benefícios mútuos é uma etapa essencial.

Quer entender como uma jornada de aprendizagem pode te ajudar a desenvolver essa cultura? Fale com a gente!

 

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Engajamento Liderança

Engajamento no trabalho: 3 motivos de desmotivação

De acordo com uma pesquisa da Gallup de 2018, o engajamento no trabalho está aumentando, mas continua sendo um dos maiores problemas para o RH, para o líder e para a empresa como um todo.

Cerca de 53% dos colaboradores se dizem satisfeitos de maneira geral, mas não se sentem emocionalmente e cognitivamente conectados com o trabalho. E sabe quanto tem custado essa falta de engajamento no trabalho para a empresa? Cerca de R$ 3.500 a mais por ano por colaborador.

No final de 2019, perguntamos aos nossos clientes qual o principal desafio para os próximos anos e encontramos um assunto em comum em todas as respostas: engajamento e retenção. Você também tem esse desafio?

Quais os motivos do baixo engajamento no trabalho?

Depois de refletir sobre o cenário que envolve essa questão, começamos a explorar os motivos. E chegamos na conclusão de que 3 itens têm grande influência no desengajamento dos colaboradores:

#1 Problemas relacionais

Uma grande fonte de sofrimento nas empresas remete aos conflitos gerados entre diferentes áreas por falta de alinhamento e colaboração.

A questão é que os conflitos, em si, não são problemas. Eles estão listados, inclusive, como uma das qualidades do livro 5 Desafios das Equipes, de Patrick Lencioni. Da mesma forma, o medo do conflito é listado como uma das cinco disfunções.

As equipes que evitam o conflito geralmente o fazem porque seus integrantes têm medo de magoar uns aos outros. O problema é que a falta do debate aberto costuma alimentar uma tensão perigosa, fazendo com que as pessoas passem a recorrer a ataques pessoais pelas costas, o que é muito mais prejudicial do que qualquer discussão focada em um problema específico.

#2 Lideranças despreparadas

A verdade é que muitos colaboradores não se demitem das empresas e sim de seus gestores. E isso acontece porque, muitas vezes, alguém de alta competência técnica assume uma posição de liderança, mas sem o preparo comportamental que esse cargo exige.

Veja só um dos relatos da pesquisa que fizemos:

“É essencial que os líderes conheçam melhor o comportamento dos profissionais, no entanto, ainda estão muito vinculados ao trabalho técnico e ao resultados. Eles têm dificuldades de dar feedback, não tem cuidado e nem preparo para exprimir as informações necessárias dos colaboradores”.”

#3 Falta de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional

O Brasil é o país mais ansioso e estressado do mundo. São mais de 18 milhões de brasileiros diagnosticados com esses transtornos de acordo com a OMS. Isso se dá muito pela realidade que estamos vivendo: volátil, incerta, complexa e ambígua.

Além da correria diária, há desafios específicos de trabalho e pessoais que aumentam ainda mais nosso nível de estresse e ansiedade. Por exemplo, o lançamento de um novo produto ou serviço, uma importante reunião anual pela qual você está responsável, ou um filho doente em casa.

A questão é que tem faltado empatia dentro das empresas. Empatia para entender que um pai com uma criança recém nascida vai precisar sair mais cedo, ou chegar atrasado. E até mesmo perder performance durante alguns períodos. Empatia para entender que com um problema pessoal, não é possível exigir o mesmo foco e resultado de um colaborador.

Como aumentar o engajamento no trabalho?

Cada um dos itens comentados, combinados, tem gerado altas taxas de desengajamento e turnover dentro das empresas. Mas a boa notícia é que para cada problema existe uma solução! Então veja em nosso próximo artigo sobre o tema, onde listamos dicas práticas para cada um dos tópicos acima.

Motivação no trabalho: 4 dicas para diminuir o turnover

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Autoconhecimento Mindfulness

5 Benefícios da Atenção Plena na sua vida profissional

Se você está lendo este artigo, garanto que já deve ter ouvido falar sobre Mindfulness. Essa capacidade tem despertado a curiosidade de muitas pessoas e, não por menos, os benefícios da Atenção Plena têm se tornado alvo de muitas pesquisas científicas.

Embora muitos digam que Mindfulness é a nova moda, temporária, do mundo do bem-estar, não estamos falando de algo recente: suas origens se remetem ao final do século VII a.C.

Quer saber como a Atenção Plena tem melhorado a qualidade de vida das pessoas ao longo dos séculos e pode afetar diretamente a sua carreira hoje? Vamos te contar 5 benefícios da Atenção Plena que podem mudar sua forma de trabalhar e levar a vida.

Para começar…

Por que Mindfulness é importante para você?

O objetivo central do Mindfulness, ou Atenção Plena, é prestar atenção ao que está acontecendo no momento presente, na mente, no corpo e no ambiente externo, com uma atitude de curiosidade e gentileza.

A ciência é nossa aliada

Para provar quais são os benefícios da Atenção Plena, a neurociência e a psicologia têm investigado as implicações dessa prática. Resultados de pesquisas realizadas em centenas de universidades renomadas ao redor do mundo indicam a influência do Mindfulness na capacidade de reduzir o estresse, melhorar o sono, diminuir a ansiedade, aprender mais e melhor, entre muitos outros.

Separamos alguns dos principais benefícios da Atenção Plena comprovados cientificamente para que você fique por dentro.

#1 Diminuir a ansiedade e estresse

O estilo de vida das sociedades ocidentais que estamos acostumados podem aumentar os níveis de estresse, causando problemas psicológicos, como depressão e ansiedade. Mediante à esse cenário, a meditação e a Atenção Plena se apresentam como redutoras dos níveis de cortisol, um hormônio que é liberado em resposta ao estresse.

Sabemos que o cortisol é necessário para o corpo, pois regula e mobiliza energia em situações estressantes. Entretanto, se possuímos aumentos agudos em situações que não precisamos, os efeitos colaterais se tornam visíveis. A prática da Atenção Plena promove um estado de calma e serenidade que diminui  os níveis de cortisol, causando também diminuição da pressão arterial.

#2 Sair do “mundo da lua”

No artigo “O que é Mindfulness” trouxemos um exemplo de quando as pessoas parecem estar no “mundo da lua” em momentos importantes, como reuniões ou ligações.

Um estudo realizado na Universidade de Harvard, provou que as pessoas passam, em média, 46% do tempo  acordadas perdidas em pensamentos soltos.

Já imaginou ter passado metade do seu dia “no mundo da lua”? O problema mais grave está no fato de que, segundo a pesquisa, a maioria dessas ideias que divagam na nossa mente tende a deixar os indivíduos infelizes.

Nesse sentido, desenvolver a Atenção Plena significa manter o foco naquilo que é importante, gerando mais produtividade e felicidade para o seu dia.

“A meditação ajuda na recuperação mais rápida de um episódio de estresse e aguça nosso foco”. Daniel Goleman.

#3 Dormindo melhor

Holly Roy, autora de um estudo sobre Mindfulness da Universidade de Utah, conta que praticantes de Mindfulness apresentam um melhor controle sobre emoções e comportamentos durante o dia. E, durante à noite, mostram um nível baixo de ativação do cortisol, o que as ajuda a dormir melhor.

Não por menos, a qualidade do sono é um dos principais benefícios da Atenção Plena.

#4 Mais criatividade

Que a meditação ajuda a acalmar a mente você já sabe. Agora, um ponto importante é lembrar que uma mente calma possui mais espaço para gerar novas ideias.

É justamente por isso que praticantes habituais de Mindfulness tendem a ser mais criativos, não apenas para atividades do dia a dia, mas também aumentando a criatividade para resolver problemas complexos no mundo do trabalho ou na sua vida pessoal.

#5 Melhorando a concentração e a produtividade

Você já se deparou com situações em que a ansiedade toma conta e você não consegue gerir as atividades do seu dia a dia? E, ao final do expediente, acaba com uma sensação de insatisfação e improdutividade, mesmo depois de uma agenda intensa?

Pois é… Em um mundo com tantas exigências e uma rotina acelerada, muitas vezes não sabemos como reagir e perdemos tempo com a mente divagando. Porém, praticar a meditação pode trazer melhoras significativas justamente na sua concentração e produtividade, porque ajuda a acalmar a mente potencializando o foco naquilo que é importante.

EXTRA: em seu último relatório, o Instituto de Liderança Search Inside Yourself – nascido na Google – destacou que por meio de práticas de atenção plena, os participantes notaram um aumento de 78% em suas capacidades de gerenciar o estresse, apresentando reduções de cerca de 30% neste sintoma.

Colocando em prática

Se você ainda fica desconfiado quando ouve a palavra meditação, temos algo para te dizer: não é necessário horas de dedicação diária.

Uma prática de 1 minuto pode fazer toda a diferença e ser o início do seu processo de desenvolvimento da Atenção Plena. Pensando nisso, preparamos um vídeo para ser seu guia nessa jornada. Assista, clicando  aqui.

Quer ficar por dentro de todas as novidades sobre Mindfulness? Veja nosso próximo artigo.

http://pstreinamentoempresarial.com.br/4-fatores-pouco-conhecidos-sobre-meditacao/

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O que é Mindfulness?

Mindfulness, em poucas palavras, significa a capacidade de gerenciar nossa atenção de forma a focá-la no momento presente. Pareceu complexo? Vamos ver um exemplo para entender melhor o que é Mindfulness.

Durante uma conversa pelo telefone ou em uma reunião, você se dá conta que a pessoa à sua frente está um pouco distraída: o famoso de corpo presente. E, na verdade, ela está pensando na lista do supermercado, na reunião da escola, ou na viagem de férias que está chegando em breve… 

Já aconteceu com você?

De fato, nossa mente é cheia de distrações. Mas em algumas situações, acaba sendo bastante desagradável. Além disso, a falta de atenção em momentos importantes pode gerar problemas como falta de produtividade.

E o que isso tem a ver com Mindfulness? 

Se formos traduzir o que é Mindfulness, o mais próximo seria “Atenção Plena”. Ou seja, a capacidade de gerenciar nossa atenção colocando foco no que realmente é importante. No caso citado acima, uma reunião ou um telefonema. 

Trata-se da habilidade de direcionar o foco ao momento presente, com uma atitude de abertura e curiosidade, mesmo que o assunto não pareça tão importante ou interessante.

Um movimento bastante recente impulsionado por pessoas ou organizações em torno desse conceito se deve ao fato de que pesquisas concluíram em provas científicas dos efeitos positivos dessa habilidade mental, tais como:

  • Prevenção de depressão;
  • Modificação dos padrões cerebrais responsável pela ansiedade e pelo estresse;
  • Gestão do tempo;
  • Melhoria nas relações interpessoais;
  • Muitos outros… 

Quer saber mais sobre os benefícios dessa capacidade? Entenda os benefícios do mindfulness em nosso próximo artigo. 

http://pstreinamentoempresarial.com.br/5-beneficios-da-atencao-plena-na-sua-vida-profissional/